Notícias

Devido o aumento na oferta de serviços domiciliares de médicos veterinários para cães e gatos, o CRMV-DF publicou hoje, a resolução nº 16, de 5 de outubro de 2017 para regulamentar a atividade profissional no âmbito do Distrito Federal.

O documento esclarece quais procedimentos os profissionais poderão executar no domicílio onde o paciente se encontra, como vacinação, curativos, tratamentos não invasivos, entre outros. O texto também esclarece exceções, para casos de emergência, urgência ou convulsões, para posterior encaminhamento para estabelecimento médico veterinário registrado no CRMV-DF.

O documento entra em vigor a partir da data de sua publicação.

Acesse a resolução nº 16, de 5 de outubro de 2017.

A diretoria eleita do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) assinou, nesta quinta-feira (16/11), o termo de posse para o triênio 2017/2020. A gestão terá início em 17 de dezembro deste ano e termina em 16 de dezembro de 2020. Os conselheiros eleitos serão empossados posteriormente pelo novo Presidente.

Em votação realizada em 1º de setembro, foram eleitos o Presidente Francisco Cavalcanti de Almeida, Vice-Presidente Luiz Carlos Barboza Tavares, Secretário-Geral Nivaldo da Silva e Tesoureiro Hélio Blume. A homologação do resultado da eleição foi proclamada na segunda-feira (13/11) pelo presidente da Mesa Eleitoral do CFMV, de acordo com decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) publicada no dia 10.

Foto: Assessoria de Comunicação do CFMV

            Vice-Presidente eleito Luiz Carlos Barboza Tavares, Tesoureiro Amilson Pereira Said, Tesoureiro eleito Hélio Blume, Secretário-Geral Marcello Roza, Secretário-Geral eleito Nivaldo da Silva, Presidente eleito Francisco Cavalcanti de Almeida e Presidente Benedito Fortes de Arruda

A Diretoria e os Conselheiros do novo triênio foram eleitos pelos delegados dos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária (CRMVs), por escrutínio secreto e maioria absoluta de votos. Na mesma reunião foram eleitos os conselheiros suplentes.

Para conselheiros efetivos foram eleitos Cícero Araújo Pitombo, João Alves do Nascimento Júnior, Wendell José de Lima Melo, Therezinha Bernardes Porto, José Arthur de Abreu Martins e Francisco Atualpa Soares Júnior. Os novos conselheiros suplentes serão Wanderson Alves Ferreira, Fábio Holder de Morais Holanda Cavalcanti, Paula Gomes Rodrigues, Nestor Werner, Antonio Guilherme Machado de Castro e Irineu Machado Benevides Filho.

             

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CFMV

O evento, iniciado nesta segunda-feira (6/11) na sede do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), em Brasília (DF), atraiu profissionais de 11 estados, e o Distrito Federal que discutiram casos em que a introdução de espécies exóticas no território brasileiro representa uma ameaça ao meio-ambiente e à saúde pública.

O CRMV-DF foi representado pela Câmara Técnica de Animais Selvagens e Meio Ambiente, com a Médica Veterinária Ana Nira Junqueira, Julia Santoucy Barros e Luisa Helena Rocha da Silva.

Forum CFMV 6 nov

 

A esporotricose, que algumas vezes passa despercebida ao diagnóstico de médicos, também tem a mesma atenção dispensada por médicos veterinários. No intuito de esclarecer os colegas, a Câmara Técnica de Saúde Pública do CRMV-DF junto a Diretoria de Vigilância Ambiental do DF, com apoio das faculdades, UniCEUB, Upis, Faciplac, Icesp e Unb; da Anclivepa-DF e Sindicato dos Médicos Veterinários do DF, realizou o I Simpósio One Health - Esporotricose: uma emergência no Distrito Federal.

Na programação esclarecimentos cobre a contaminação, passando pelo diagnóstico, notificação de autoridades, tratamento a descarte de animais. As palestras foram ministradas pelos Médicos Veterinários Edvar Yuri Pacheco Schubach, Gerente da Diretoria de Vigilância Ambiental de Zoonoses do DF, Tânia Maria Pacheco Schubach, da Fiocruz/RJ e Sabrina dos Santos Costa Poggiani, do Hospital Veterinário da UnB.

Todos

Francisco Anilton

Francisco Anilton

 

 

Edvar Yuri Schubach

Edvar Yuri Pacheco Schubach

 

 

Tânia Pacheco Schubach

Tânia Maria Pacheco Schubach

 

 

Sabrina Poggiani

Sabrina dos Santos Costa Poggiani

 

 

Plateia

Plateia2

Recepção

 

Foi publicada nesta sexta-feira (27/10), no Diário Oficial da União, a Resolução CFMV nº 1178/2017 , que regulamenta responsabilidade técnica em estabelecimentos que criem ou utilizem animais em atividades de pesquisa ou ensino.

A Resolução ressalta que “é privativa do médico veterinário a responsabilidade técnica em estabelecimentos e instalações de criação e de utilização de animais em atividades de pesquisa científica e de ensino superior ou de educação profissional técnica de nível médio da área biomédica”.

Para o presidente da Comissão Nacional de Especialidades Emergentes (CNEE/CFMV), Carlos Alberto Muller, a Resolução vai auxiliar os CRMVs a fiscalizar os biotérios e resguardar o bem-estar animal. "Além disso, a Resolução fortalece o trabalho dos médicos veterinários como responsáveis técnicos nesses locais e diz que o médico veterinário precisa ter conhecimento e treinamento nessa área", complementa Muller.

A resolução detalha as obrigações do profissional RT, levando em conta as demais normas do CFMV que também tratam de responsabilidade técnica, como as resoluções nº 582/1991, nº 683/2001, além da Resolução nº 6 do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea).

De acordo com a Resolução Normativa nº 6 de 2012 do Concea, é privativa do médico veterinário a função de RT em estabelecimentos de criação e de utilização de animais em atividades de pesquisa científica. A norma define que cabe ao profissional “assistir aos animais em ações voltadas para o bem-estar e cuidados veterinários”, mas não detalha a atividade do RT nas instalações animais.

A Resolução CFMV nº 1178 leva em conta a atribuição do CFMV de supervisionar e disciplinar as atividades relativas ao exercício da Medicina Veterinária, e a necessidade de regulamentação da RT na área de animais de laboratório.

“A resolução é justamente para regulamentar a responsabilidade técnica dos colegas veterinários que atuam nessas instalações de forma que a gente não só valorize o trabalho deles, mas também dê o enfoque no bem-estar dos animais nessas instalações”, considera a médica veterinária Klena Sarges da Silva, presidente do Grupo de Trabalho (GT) de Biotérios do CFMV.

Sobre a resolução

Segundo a nova resolução, o responsável técnico deve estar atento e comunicar oficialmente ao Conselho Regional de Medicina Veterinária quando ocorrer qualquer ingerência técnica sobre suas atividades ou quando não forem atendidas as recomendações por ele repassadas.

Ao analisar os pedidos de anotação de responsabilidade técnica, os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária devem levar em consideração a compatibilidade entre as responsabilidades técnicas já assumidas pelo profissional, de horários e distâncias e o conhecimento e treinamento do profissional.

A Resolução CFMV nº 1178/2017 entrará em vigor em 27 de abril de 2018, seis meses após a publicação no Diário Oficial da União.

Atribuições

O responsável técnico deve possuir conhecimento e treinamento específico em Medicina Veterinária, na área de ciências de animais de laboratório, em procedimentos clínicos de rotina, experimentais, de emergência, patologia, Medicina Veterinária com destaque para biossegurança, saúde pública, zoonoses e para o bem-estar animal.

Além disso, é preciso que o médico veterinário responsável técnico por instalações animais esteja sempre atualizado sobre as legislações do Sistema CFMV/CRMVs e demais órgãos e entidades relacionados ao uso de animais em ensino e pesquisa.

A Resolução CFMV nº 1178/2017 ressalta que os médicos veterinários precisam promover a saúde e bem-estar dos animais dos estabelecimentos de ensino ou pesquisa, orientando quanto ao controle, diagnóstico, tratamento de doenças e adequações nas instalações e alojamentos dos animais, consideradas as especificidades de cada espécie.

É dever do médico veterinário RT assessorar quanto ao planejamento cirúrgico e procedimentos pré, trans e pós operatório, que são privativos do médico veterinário, como procedimento clínico de eutanásia.

O texto diz ainda que o RT deve produzir documentação que evidencie sua atuação e permita o controle, regulação e a avaliação dos serviços prestados, além de definir a documentação de rotina da instalação.

“Ao estabelecer a carga horária a ser assumida, o responsável técnico deve levar em consideração o risco e a complexidade das atividades desenvolvidas, as dimensões da instalação, o volume do trabalho, a espécie e o número de animais na instalação”, diz o texto da Resolução.

“O objetivo é que o profissional não assuma um quantitativo de animais exagerado, e não possa prestar um serviço de qualidade”, explica a presidente do GT Biotérios, Klena Sarges.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CFMV