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A Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural – SEAGRI/DF está com inscrições abertas para cursos destinados aos Médicos Veterinários que possuem interesse em atuar na área do Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos (PNSE) e como Responsável Técnico para eventos agropecuários no Distrito Federal.

O CURSO DE HABILITAÇÃO DE MÉDICOS VETERINÁRIOS PARA O PNSE estará com inscrições abertas até o dia 31 de maio de 2019 e ocorrerá nos dias 17 e 18 de junho de 2019. É destinado aos médicos veterinários que pretendem trabalhar com colheita de amostras de sangue para o diagnostico de mormo e anemia infecciosa equina (AIE).

Após o preenchimento do formulário de requerimento (https://goo.gl/a9YVg9) o interessado receberá um e-mail com as demais informações necessárias para o cadastramento junto a SEAGRI/DF.

O CURSO PARA CREDENCIAMENTO DE MÉDICOS VETERINÁRIOS HABILITADOS PARA A ATUAÇÃO COMO RESPONSÁVEL TÉCNICO (RT) EM EVENTOS AGROPECUÁRIOS NO DISTRITO FEDERAL está com inscrições abertas e ocorrerá sob demanda ou semestralmente. A Habilitação dos médicos veterinários compete ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) de acordo com a IN nº 22/2013 , devendo o interessado encaminhar as documentações exigidas nesta instrução normativa ao e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Após o encaminhamento da documentação a SEAGRI/DF entrará em contato com o médico veterinário com informações necessárias para a participação no curso de credenciamento, previsto pela Portaria nº 45/2018 – SEAGRI/DF.

Fonte: Seagri-DF

19 de março de 2019

O Senado Federal realizou sessão solene em homenagem a instituições da Medicina Veterinária, na segunda-feira (18). A sessão comemorou os 110 anos de criação da Diretoria de Indústria Animal, os 36 anos da Academia Brasileira de Medicina Veterinária (Abramvet) — com destaque para seu presidente, professor Milton Thiago de Mello — e os 99 anos da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária (SBMV). O CRMV-DF participou da solenidade representado pelo seu Assessor Técnico, Roberto Gomes Carneiro.

O presidente do CFMV, Francisco Cavalcanti de Almeida foi convidado a compor a mesa do Senado ao lado de autoridades, colegas de profissão e representantes da agropecuária brasileira, entre eles o presidente da mesa do evento, senador Wellington Fagundes (PR-MT) e a autoridade do Exército, general de Brigada Pedro Canazio.

Em seu discurso, o presidente do CFMV falou sobre o protagonismo da Medicina Veterinária na economia e na vida da população brasileira e a importância dos médicos-veterinários na proteção da saúde animal e no desenvolvimento do agronegócio no país. Atualmente, o Sistema Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária (CFMV/CRMVs) tem 161 mil médicos-veterinários registrados.

“Destaco o trabalho de um profissional, em especial, que considero como exemplo à classe pelo seu desempenho e pioneirismo: Doutor Milton Thiago de Mello, 103 anos. Ele é referência por sua dedicação, treinamento continuado e pela brilhante carreira construída”, disse Almeida.

O presidente do CFMV lembrou a trajetória do colega. “Milton Thiago de Melo criou centros de combate à peste bubônica, trabalhou em pesquisas sobre brucelose e conquistou uma vasta experiência com primatas no interior da Amazônia, inclusive em aldeias indígenas”. Ao final do discurso, ele agradeceu os esforços e a atuação dos presidentes dos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária para o sucesso da profissão.

O senador Wellington Fagundes detalhou, em suas palavras, a história da Medicina Veterinária e suas instituições. Ele discorreu sobre o momento de singular dinamismo e de grandes conquistas que a profissão passa atualmente. “Mesmo com a premência do tempo, este encontro também nos permite perceber que o sucesso do agronegócio está umbilicalmente ligado ao trabalho desses profissionais”, disse, e complementou: "Destaco Milton Thiago de Melo, que aos 103 anos goza de plena saúde, lúcido e muito produtivo, sendo o autor de inúmeros livros e de mais de 150 trabalhos científicos”.

Milton Thiago de Mello agradeceu a todos pelas palavras e homenagem, ressaltando que ainda tem mais a viver pela profissão. “O grande segredo de uma boa saúde é ter amigos”, comentou.

Também fizeram parte da mesa do evento: o secretário em exercício de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Flávio Bittarelo; o vice-presidente da Federação Nacional de Medicina Veterinária, José Pinto Rocha; presidente e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária, Luiz Cecílio e Josélio Moura; e o presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária, Milton Thiago de Mello.

Prestigiaram a sessão, também representando o CFMV, o secretário-geral, Helio Blume; o tesoureiro, Wanderson Alves Ferreira; o asessor jurídico, Rodrigo Montezuma; e a assessora da presidência do Conselho, Erivânia Camelo. Além disso, participaram do evento os presidentes dos CRMVs dos estados da Bahia, Altair Santana de Oliveira; do Espírito Santo, Marcus Campos Braun; do Paraná, Rodrigo Távora Mira; de Santa Catarina, Marcos Vinícius de Oliveira Neves; do vice-presidente do Mato Grosso, Roberto Renato Pinheiro da Silva; e o Assessor Técnico do Distrito Federal, Roberto Gomes Carneiro.

Fonte: Assessoria de Comunicação do CFMV com informações do CRMV-DF

19 de março de 2019

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) publica duas resoluções nesta quinta-feira (14/3), a fim de regulamentar os cursos de auxiliares de veterinário (nº 1.259/2019) e delimitar a atuação desses profissionais, que está restrita a exercer atividade de apoio, assistência e acompanhamento do trabalho do médico-veterinário (nº 1.260/2019).

“É uma oportunidade de regulamentar os cursos e a atividade, trazendo para a legalidade e qualificando a formação profissional de quem apoia o serviço privativo do médico-veterinário”, diz o presidente do CFMV, Francisco Cavalcanti de Almeida.

A Resolução nº 1.259/2019 define as diretrizes para os cursos de auxiliar de veterinário e determina os conteúdos necessários para garantir a qualificação profissional. Exige, por exemplo, que os cursos ensinem sobre contenção física e manejo dos animais, noções de anatomia, fisiologia veterinária, zoonoses de interesse da saúde pública, comportamento e bem-estar animal.

Também estabelece que a grade curricular aborde cuidados e procedimentos com o paciente, que vão da nutrição à aplicação de medicamentos, passando pelo auxílio em práticas como colheita de material biológico, exames de imagem e de biópsia, incluindo centros cirúrgicos, além de cuidados com a higiene da infraestrutura hospitalar e a destinação de resíduos.

Todos esses conteúdos exemplificados só podem ser ministrados por médicos-veterinários com inscrição regular no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) de sua atuação.

A norma define a carga horária mínima de 120 horas para os conteúdos e em sistema de ensino presencial. Ainda determina treinamento prático supervisionado por médico-veterinário, com carga mínima de 80 horas.

É facultativo à entidade promotora do curso requerer seu cadastro perante o CRMV, mas é obrigatório que a instituição tenha responsável técnico (RT) médico-veterinário respondendo pelo curso. Além disso, somente os auxiliares egressos dos cursos cadastrados poderão se inscrever no CRMV e ter carteira de auxiliar de veterinário.

Para o presidente do CFMV, os cursos de formação para a ocupação de auxiliar de veterinário não regulamentados e oferecidos livremente têm impacto direto nas relações existentes entre o médico-veterinário, o auxiliar, os pacientes e os tutores.

“Queremos assegurar que os auxiliares tenham formação sólida para que os serviços oferecidos à população sejam de qualidade”, garante Cavalcanti. Com a medida, o Conselho visa reduzir tanto os riscos à sociedade quanto eventuais processos éticos-disciplinares decorrentes da execução de atividades auxiliares à Medicina Veterinária.

Atuação

De forma complementar, a Resolução 1.260/2019 delimita a atuação dos auxiliares de médico-veterinário, sendo a pessoa contratada para o apoio às atividades em Medicina Veterinária e sob a orientação e supervisão constante de médico-veterinário.

O regulamento, em seu artigo 2º, traz um rol com 41 itens das atividades que podem ser desempenhadas pelo auxiliar. Estão entre elas: aferir temperatura e pressão arterial; auxiliar na coleta de exames, em primeiros socorros e em intubações de animais; fazer curativos já prescritos; realizar tricotomia (raspagem de pelos) e assepsia; preparar o animal e os instrumentos para procedimentos; realizar a contenção física do animal, segundo métodos ética e tecnicamente adequados para a espécie, porte e condição física do animal; bem como administrar a higiene e a reposição de material.

Os auxiliares que se registrarem, assim como os médicos-veterinários, estão sujeitos à responsabilização ético-disciplinar, bem como respondem civil, administrativa e criminalmente pelo exercício profissional.

Fonte: Assessoria de Comunicação do CFMV

14 de março de 2019

Falar sobre proteção aos animais é algo muito valioso e na cidade do Paranoá, o Corpo de Bombeiros Militar recebe diversas denúncias diárias de abandono e maus-tratos.

A Administração Regional do Paranoá convocou uma reunião preliminar com todas as lideranças, ONGs,  instituições que cuidam de animais e o CRMV-DF, representado pela Secretária-Geral, Méd. Vet. Waleska Coelho Sajnovisch de Gouveia, com intuito de discutir soluções acerca do assunto e formar uma rede de proteção aos bichos. Na ocasião do encontro, a representante do conselho enfatizou a importância do Médico Veterinário na construção de Políticas Públicas em saúde por ser um profissional atuante na área.

Foi bastante discutida a questão da conscientização da população. O desejo é o tema “Educação Animal” percorra as escolas do Paranoá. Foi do consenso de todos que, o trabalho com as crianças é vital para o futuro dos animais.

Toda a pauta oriunda do encontro é preliminar e está sendo encaminhada para os órgãos para analise e estudo de viabilidade, inclusive, a construção de um Hospital Público Veterinário, inexistente em toda zona norte do Distrito Federal.  

Estiveram presentes na reunião a Polícia Militar Ambiental, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Instituto Brasília Ambiental – IBRAM, OAB, Agência de Vigilância Ambiental, Hospital Veterinário da UPS, Conselho Regional de Medicina Veterinária do Distrito Federal – CRMV DF, Associações e protetores de animais independentes.

paranoa 

Foto: Administração do paranoá

 

Fonte: Assessoria de Comunicação da Administração do Paranoá

Quem não quer ter o seu bichinho de estimação bem cuidado, não é mesmo? Acho que esta é uma preocupação de todo tutor de animais domésticos. Mas o CRMV-DF também se preocupa com o bem-estar dos pequenos companheiros e trabalha constantemente para a oferta de serviços prestados as famílias. Na manhã desta quarta-feira (27/fev) o presidente do CRMV-DF, Laurício Monteiro Cruz, junto ao Vice-Presidente, Saulo Borges Lustosa, Secretária-Geral, Waleska Coelho Sajnovisch Gouveia e a presidente da Câmara Técnica de Educação do CRMV-DF, Marina Zimmermann Galvão, visitaram o presidente do CFMV, Francisco Cavalcanti de Almeida para apresentar uma proposta de a acreditação de cursos de auxiliar veterinário.

A ideia da Câmara Técnica de Educação, representada por Marina é publicar um resolução em nível regional sob a vertente da acreditação de curso de ensino superior que já existe e é feita pelo CFMV. Desta forma, no Distrito Federal o Médico Veterinário saberá que o profissional que contratou para auxiliá-lo tem formação de qualidade o que lhe garantirá um bom auxílio no seu dia-a-dia de trabalho. Por outro lado terá um tutor satisfeito com o serviço prestado.

Segundo Marina, o CRMV-DF é pioneiro ao publicar uma Resolução sobre os critérios desta acreditação e que atenderá o Distrito Federal. “A acreditação é uma forma de nós chancelarmos o curso como um selo que este curso vai ter, como se fosse um selo de qualidade, dizendo que o conselho aprova este curso, que ele está sob todas as leis e regulamentos do sistema CFMV/CRMVs”. Ela esclarece que toda a sociedade ganha, já que o objetivo é aperfeiçoar o serviço Médico Veterinário como um todo e complementa. “É importante ficar claro para a sociedade que o Médico Veterinário deve dar o diagnóstico, dar todas as coordenadas de um atendimento e agora poderá ter um auxiliar que será capaz tecnicamente de executar o tratamento. Por exemplo, dar uma medicação, de verificar se o animal está bem. Assim como já acontece na Medicina Humana”.

O presidente do CFMV, Francisco Cavalcanti de Almeida, recebeu a proposta com boa expectativa. “Eu gostei da ideia, estão de parabéns. Eu acredito que desta forma os cursos de formação serão atraídos para o registro e a acreditação”, afirmou. Ele informou também que trabalha em uma resolução que irá definir o que é o auxiliar veterinário e quais as características que o curso para formação deste profissional deverá ter.

Já o presidente do CRMV-DF, Laurício Monteiro Cruz, esclarece um curso com acreditação e que tenha uma boa estruturação, que delimite o alcance do seu trabalho, poderá até diminuir os casos de processos éticos. “Se o Médico Veterinário é bem auxiliado, cercado de profissionais bem formadas, os erros em procedimentos também tendem a cair.” Os erros ocasionados dentro de um estabelecimento recai sobre o seu Responsável Técnico.

A acreditação também traz as atuais instituições de ensino que oferecem os cursos, para a legalidade, limitando a área de trabalho de cada profissional, sempre zelando pelas atribuições privativas do Médico Veterinário.

Assessoria de Comunicação Social do CRMV-DF

27 de fevereiro de 2019