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Reunidos nos últimos dois dias (17 e 18), na sede do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), em Brasília, os membros da Comissão Nacional de Responsabilidade Técnica (Conret/CFMV) conheceram a proposta que a área de Tecnologia apresentou para a implementação nacional da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) eletrônica.

A ideia é que o próprio CFMV se encarregue de criar e implementar o sistema, a ser referendado pelos Conselhos Regionais e pela Plenária do Conselho Federal. Os membros da comissão debateram a proposta e sugeriram até um nome: Sistema de Informatização de Responsabilidade Técnica (Sirt).

Segundo o presidente da Conret, Irineu Machado Benevides Filho, foi elaborado o rascunho da resolução e do manual de uso para a ART eletrônica. A previsão é que a proposta final seja levada à Plenária do CFMV no final de 2018.

“Com um sistema nacional para a emissão de RTs, evitaremos que os Conselhos Regionais efetuem gastos desnecessários”, explica Benevides Filho.

Fonte: Assessoria de Comunicação do CFMV

Recentemente, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Rio de Janeiro (CRMV-RJ) comunicou ao Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) o furto do carimbo de uma médica veterinária, em um meio de transporte público. Uma situação desagradável e perigosa. Mas o que o profissional deve fazer quando sofre a perda, furto ou roubo de um documento profissional?

Perder o carimbo ou receituário aumenta o risco de falsificação de receitas e laudos que podem comprometer a credibilidade do profissional. Por isso, caso precise comunicar uma perda ou roubo, é fundamental que sejam tomadas as seguintes providências, imediatamente: registro de ocorrência na delegacia policial mais próxima e, na sequência, contato com o Conselho Regional de sua circunscrição, no qual deve ser preenchido requerimento comunicando a perda do documento e anexado o registro de ocorrência policial.

É fundamental que o comunicado ao CRMV seja realizado o mais rapidamente possível, de modo que o Sistema CFMV/CRMVs seja alertado sobre o ocorrido. Desejamos, no entanto, que os profissionais registrados em nosso Conselho nunca precisem das orientações acima.

Assessoria de Comunicação do CFMV

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Distrito Federal – CRMV-DF recebeu, em sua sede, na manhã desta quinta-feira (5) o senador Hélio José do PROS-DF, e o Tesoureiro do CFMV, Méd. Vet. Hélio Blume. As visitas se deram a convite do presidente do CRMV-DF, Méd. Vet. Laurício Monteiro da Cruz. Na pauta da conversa, a defesa de recursos para investimento de equipamentos para a entidade e a apresentação de projetos do parlamentar na área da Medicina Veterinária e da Zootecnia.

O presidente do CRMV-DF, Laurício Monteiro da Cruz, explicou ao parlamentar a amplitude da ação do Médico Veterinário e do Zootecnista na economia e na saúde pública, mencionando o agronegócio e a saúde única. Na ocasião, Laurício relatou a necessidade de a entidade estar bem equipada para poder prestar um bom serviço à sociedade do Distrito Federal.

O senador que compões a Comissão de Meio Ambiente defendeu a bandeira do bem-estar animal ao se referir a Medicina Veterinária e a Zootecnia. “Eu acredito que podemos estabelecer uma aliança. Quero deixar claro que as portas do meu gabinete estarão sempre abertas para receber as demandas da Medicina Veterinária e da Zootecnia, por qualquer uma das entidades aqui representadas”. Explicou o parlamentar.

Além da pauta

Alguns temas surgiram ao longo da conversa como os ligados diretamente ao exercício da profissão. Laurício explicou a necessidade de criar um Código de Bem-Estar, Saúde Pública e Meio Ambiente que envolva todos os agentes que interagem no convívio harmônico entre seres humanos e animais.

O representante do CFMV, Hélio Blume, ratificou o apontamento feito por Laurício sobre a importância do debate sobre os assuntos referentes. “Temos a intensão de trazer para Brasília o Simpósio Mundial de Saúde Única, no próximo ano. Este tema é de grande relevância para a sociedade e não envolve apenas o médico veterinário e o zootecnista, mas todo profissional que atua como agente de saúde e bem-estar” explicou o Hélio.

Participaram da reunião o vice-presidente do CRMV, Saulo Lustosa, o Secretário-Geral Roberto Gomes Carneiro, o Tesoureiro do CRMV-DF, o Zootecnista Emanoel Elzo Leal de Barros. Também estiveram no encontro a Conselheira Efetiva, Méd. Vet. Marina Zimmermann, o presidente do Sindicato dos Médicos Veterinários do Distrito Federal, Méd. Vet. Cláudio Pedra e a representante da Secretaria de Agricultura do Distrito Federal, Méd. Vet. Claudia Alessandra Gomes.

Assessoria de Comunicação Social do CRMV-DF

A vida nos oferece dias dos mais variados e com certeza os alegres são os nossos preferidos. Entre nascimentos, aprovações em concursos e promoções no trabalho, também contamos com o dia de nossa formatura. E na última quarta-feira 4 de julho os 20 estudantes tiveram o privilégio de se tornarem Médicos Veterinários, na UniFaciplac.

A Conselheira Marina Zimmermman que também é professora na instituição representou o CRMV-DF e deu boas vindas aos profissionais. Ela ressaltou a importância da profissão para a sociedade “Nossa profissão é uma das mais importantes para o crescimento do nosso país, tendo em vista a produção de alimentos de origem animal. Vejam o quanto a nossa profissão é nobre” refletiu a conselheira.

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Inovação e tecnologia, duas palavras com sinônimos que caminham juntas e proporcionam muitas facilidades, tanto no campo profissional como no doméstico. Basta olhar para o lado, em qualquer lugar que esteja e verá uma pessoa com um celular, ferramenta para utilizar inúmeros aplicativos, que irão possibilitar as pessoas a inúmeras experiências. Pensando nisso, a Médica Veterinária Raquel Prater pensou em uma ferramenta que pode facilitar a vida dos Médicos Veterinários e dos tutores de animais de companhia.

Ela criou o Vet’s Go, um aplicativo que reúne o cadastro de profissionais e de tutores de animais. O uso é bem simples, o usuário entra, agenda uma consulta e aguarda o atendimento domiciliar, sem se preocupar em transportar o animal até um consultório. “Pensamos em criar algo que facilitasse o acesso dos tutores ao serviço Médico Veterinário. Sabemos que muitas pessoas tem problema de deslocamento com o animal, que as vezes é muito agitado, vomitando ou mesmo muito grande”. Raquel explica que o serviço é semelhante ao de consultório, já que se limita a consulta, vacinação e procedimentos simples.

Quando na consulta é verificada uma situação mais grave, que exige exames que só podem ser feitos em uma clínica ou hospital, o profissional orienta o tutor do animal. “Desta maneira acreditamos que podemos colaborar com o controle de doenças que envolvem tanto o tutor, o animal e o ambiente que ambos vivem. Sabemos que algumas pessoas, na correria do dia a dia as vezes, atrasam vacinas, por exemplo. E com a oferta do serviço, acreditamos poder colaborar com este serviço à sociedade”.

Raquel é empreendedora e acredita na sua ideia. E para aprimorar o seu empreendimento, participou da Campus Party Brasília, um dos maiores evento de tecnologia do mundo. Ela acredita que as ideias surgem em conversas entre pessoas de mesmo interesse e que devemos usar a tecnologia a nosso favor. “Já não há como voltar. Nós seguimos em frente ou paramos” ela afirma, com entusiasmo, o que a tecnologia oferece para aperfeiçoar a nossa vida.

Campus Party

Quem também acredita em inovação com o uso de tecnologia é o Embaixador da Campus Party no Brasil, Thiago Jarjour, que também já foi Secretário de Estado de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal. “A inovação está acontecendo em todos os seguimentos, pode ser na medicina, pode ser no direito e neste caso a medicina veterinária. O mundo está passando por transformações rápidas e a minha luta é trazer para Brasília, não só os segmentos de tecnologia, mas também trazer as temáticas de inovação para nossa cidade, em qualquer âmbito” afirmou Thiago sobre o evento realizado na capital federal. Ele também declarou achar “fantástica” são iniciativas como essa, a medicina veterinária discutindo inovação e se preocupando em inovar.

Segundo o Embaixador da Campus Party inovação não é vinculada, necessariamente a tecnologia. O espírito de criar coisas novas pode ser trabalhado com auxílio da tecnologia, mas não depende dela. No caso da colega Raquel Prater, conseguiu unir empreendedorismo, tecnologia e inovação em um projeto que oferece facilidade tanto a médicos veterinários como a sociedade que ganha uma maneira de buscar atendimento profissional.

Assessoria de Comunicação Social do CRMV-DF