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Edital de chamamento público visando o credenciamento de clínicas e hospitais veterinários para castração de cães e gatos. A publicação é destinado aos estabelecimentos interessados em firmar contrato com o Instituto Brasília Ambiental para prestação de serviços gratuitos à população. As clínicas têm até o  dia 25 de abril para realizar o cadastro.

Para participar do processo, as clínicas e hospitais veterinários devem apresentar a documentação de habilitação exigida na sede do Brasília Ambiental, das 9h às 17h, mediante agendamento via e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Em função da pandemia de Covid-19, neste ano a documentação também pode ser encaminhada para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., da Central de Atendimento ao Cidadão. O interessado deve especificar no título do e-mail que se refere ao Edital de Chamamento de clínicas e sinalizar que o conteúdo é destinado à Unidade de Gestão de Fauna.

Confira todos os detalhes do edital no DODF.

Documentos aqui.

Dois zootecnistas da EMATER-DF receberam prêmio por se destacarem em seus trabalhos. Individualmente Aécio Wanderlei Silveira Prado conquistou a homenagem pela terceira vez. Seu colega e também Zootecnista Frederico Neves coordenou o trabalho de uma equipe que venceu na categoria “grupo”.

Segundo Aécio, a empresa possui um sistema de monitoramento das atividades de seus extencionistas. Ele gera uma pontuação, conforme as atividades laborais desenvolvidas. O eleito é o servidor que acumula o maior número de pontos. Ele explica como acontece a pontuação. “O que conta são o número de atendimentos, de visitas a campo, de capacitações, de pessoas capacitadas, além de uma avaliação qualitativa. Neste caso, avaliação é sobre o impacto que esses atendimentos tiveram na vida das famílias, na área rural. ”

Aécio

Zootecnista Aécio Wanderlei Silveira Prado

Na categoria “Grupo”, a equipe coordenada pelo zootecnista Frederico Neves desenvolveu um aplicativo chamado “Põe na Cesta”, que pode ser acessado pelo link: https://dfrural.emater.df.gov.br/poenacesta/. A ferramenta promove o relacionamento entre o produtor, revendedores ou até mesmo o consumidor final.

A ideia se concretizou no início de 2020 e com a chegada da Pandemia o projeto ganhou prioridade. Frederico, junto a Zootecnista Vanessa Lira da Silva Neves, a Agrônoma, Loiselene Trindade, o Técnico Agrícola José Nilton Campelo e o programador André Froes, trabalharam com o objetivo de desenvolver o aplicativo, que é semelhante a um site, já que ele pode ser acessado de computadores ou celular. “Ele se molda conforme o aparelho que você usa para acessar, seja computador, seja celular”. Explica Frederico.

Frederico

Zootecnista Frederico Neves 

 

Para navegar no aplicativo é bem simples. Ao acessar o menu basta clicar na opção “ENCONTRE UM PRODUTOR”, e visualizar as opções de busca. Você poderá realizar buscas pelo nome do produtor, pela localidade da propriedade ou pelo tipo de produto agropecuário ou agrícola.

Assim que o usuário faz as escolhas irá aparecer a lista de produtores encontrados. Ao clicar no nome de cada produtor abrirá uma ficha individual com as informações mais detalhadas sobre sua produção, comercialização e dados de contato.

Frederico explica que a plataforma está no ar desde o início de julho, e já somam mais de 250 cadastros e funciona como “um misto de um catálogo de contatos com uma rede social” já que é possível ver fotos dos produtos e o contato para negociação.

Assessoria de Comunicação Social do CRMV-DF

05  de  janeiro de 2021

Em virtude da pandemia da covid-19, a validade das inscrições provisórias foi novamente prorrogada, agora com prazo até 31 de março de 2021. É o que consta na Resolução CFMV nº 1.377/2020, publicada ontem (17), no Diário Oficial da União (DOU), e aprovada durante a 342ª Sessão Ordinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV).

A prorrogação vale para as inscrições de que tratam a Resolução CFMV nº 1.041/2013 (art. 5º) e cujos vencimentos expiraram e vão expirar no período entre 21 de março de 2020 e 30 de março de 2021. Essa é a terceira extensão do prazo, que anteriormente seria até o dia 31 de dezembro de 2020, como descrito na Resolução CFMV nº 1.344/2020.

A extensão do prazo é necessária, pois o CFMV considera que as restrições impostas pela pandemia impactam diretamente o funcionamento das Instituições de Ensino Superior (IES), no processo de expedição, obtenção e apresentação dos diplomas e no processamento das conversões das inscrições provisórias em definitivas nos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária (CRMVs).

Fonte: Assessoria de Comunicação do CFMV - 18/12/2020 

Existe uma grande quantidade de aves produzidas no país, muitas delas são comercializadas por aqui, outras são exportadas, entre elas perus, codornas, marrecos, frangos, entre outros. Aqui no Brasil o mais consumido é o Frango, não só nas festas de fim de ano, mas também ao longo de todo o ano.

Este frango consumido no foi desenvolvido a partir de cruzamentos genéticos até a obtenção de uma raça com tamanho adequado para as preferências do mercado nacional, que pesa em média 2 a 3 quilos e atende uma refeição para uma família de 4 a 5 pessoas. Conforme as demandas e os mercados, novos cruzamentos são feitos. Mas quando chega o fim do ano, outros produtos costumam ser mais procurados, como perus e aves natalinas.

Aves natalinas não recebem hormônios

Algumas delas são mais conhecidas e outras menos. Para entender melhor como elas são criadas, conversamos com o Zootecnista Frederico Lopes da Silva, mestre em saúde animal e doutorando também em saúde animal. “Estas aves são frangos com um trabalho de melhoramento genético, ou seja, cruzamento de raças que trazem características desejadas pelo mercado, como por exemplo grande volume de peito e coxas.” Explica Frederico.

 

 Frederico ZootecnistaZootecnista Frerederico Lopes da Silva

Ele explica também que, ao conseguir o animal desejado, esse animal é reproduzido em larga escala, principalmente em algumas épocas do ano, como é o caso do Natal. Mas ele tranquiliza as pessoas e afirma que os animais não recebem hormônios. “Existe um mito que os animais recebem hormônios para crescer rápido. O custo seria muito alto para dar doses iguais aos animais, todos os dias em um galpão com 4 mil aves, todos os dias.”

Segundo Frederico, o desenvolvimento rápido dos animais se dá por conta de vários fatores, como o próprio melhoramento genético, além do controle do ambiente, oferta de alimentos que suprem todas as necessidades do anima. “ Todo esse trabalho feito durante a criação das aves permite o ganho de tempo e o crescimento dos animais em um tempo menos do que as galinhas criadas em quintais, por exemplo. Veja só, estas galinhas passam o dia em busca de alimentos nos terreiros. Já as aves de granja recebem tudo o que precisam o tempo todo” esclarece o zootecnista.

Evitando problemas de saúde

Apesar dos órgãos de saúde de todo o mundo pedirem as pessoas evitarem aglomerações e reuniões com muitas pessoas, ainda assim as famílias irão fazer ceias, por menores que sejam. A fartura comum a estas refeições necessita de atenção desde a hora de escolher o alimento até o preparo em sua casa.

Para evitar problemas com o consumo de alimentos de origem animal, como carnes, leites, ovos, entre tantos outros usados no preparo de alimentos, o médico veterinário Daniel Sartori Buso, ex-servidor da Secretaria de Agricultura do DF, explica a importância de observar alguns critérios e dá algumas dicas. “Na hora de comprar algum alimento cárneo sempre estar atento a data de validade. Observe também a coloração, característica de cada carne, o odor não pode ser desagradável e se houver aquela formação de limo ou ranço superficial já é indicativo de deterioração do alimento.”

Mas as dicas de Daniel não ficam por aqui, ainda tem algumas orientações quanto ao preparo que são de grande importância, como manuseio dos alimentos e dos utensílios domésticos. “Ao preparar alimentos crus, como saladas, observe sempre a correta higienização de facas e tábuas, com água e sabão, principalmente se antes os mesmos objetos tiverem sidos usados para o preparo de carnes. Quando possível separar uma tábua específica para o preparo de carnes e outra para legumes.” Ele explica também, que essas dicas podem reduzir muito o problema de contaminação cruzada, ou seja, quando um alimento pode contaminar outro, durante a sua manipulação.

Lançando mão a estes pequenos cuidados, tanto na escolha dos alimentos, quanto no preparo deles em nossas cozinhas é possível festejara com segurança e a consciência tranquila, já que existem profissionais, como médicos-veterinários e zootecnistas que trabalham desde a produção dos alimentos até a sua mesa. Afinal, a missão deles é exatamente esta: garantir a qualidade e segurança de nossos alimentos. Médicos-Veterinários e Zootecnistas também cuidam de você.

Assessoria de Comunicação Social do CRMV-DF

 

A regulamentação das boas práticas de manejo em granjas de suínos de criação comercial, visando o bem-estar dos animais, foi publicada nesta sexta-feira (18) no Diário Oficial da União. A Instrução Normativa nº 113 busca estabelecer os parâmetros que sirvam de guia para a cadeia produtiva e agentes fiscalizadores.

O Brasil é o 4º maior produtor e exportador de carne suína, produzindo 3,963 milhões de toneladas e exportando 750 mil toneladas, sendo um dos principais players globais, atrás apenas dos Estados Unidos, União Europeia e Canadá em termos de exportação. De acordo com a Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), atualmente existem 1,1 mil empresas que gerem a atividade da suinocultura no país, abrigando mais de 30 mil produtores rurais.

“O bem-estar é parte essencial para sustentabilidade da atividade produtiva e influencia diretamente a saúde dos animais. Também contribui para combater a ameaça da resistência aos antimicrobianos, uma vez que a implantação das boas práticas de criação produzem animais mais robustos e imunologicamente fortes”, destaca o diretor do Departamento de Saúde Animal, Geraldo Moraes.

A norma aborda os principais pontos que permitirão melhorar o grau de bem-estar dos animais, gerando melhores respostas imunológicas e uso racional de medicamentos. O objetivo é orientar os produtores quanto às melhores alternativas para promover uma suinocultura cada vez mais sustentável e competitiva, proporcionando uma melhora gradual e contínua da atividade. Outro foco importante é a agregação de valor aos produtos pecuários por meio da adoção das boas práticas ora normatizada.

Entre as evoluções da cadeia produtiva, propõe-se trabalhar formas de alojamento mais sustentáveis que reduzam o estresse oriundo da superlotação e da falta de atividade inerente ao comportamento da espécie, bem como o estabelecimento de um manejo sanitariamente mais seguro.

Como a normativa também prevê investimentos na reestruturação de granjas, cujas despesas serão arcadas pelos produtores rurais, o prazo concedido para estas adequações foi de 25 anos. Assim respeita-se o tempo de depreciação das granjas e amortização de eventuais compromissos financeiros já constituídos.

As orientações estão alinhadas com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) para a produção de suínos, dando respaldo para exportações e negociações internacionais, além de niveladas com as demandas nacionais em relação ao tema.

A elaboração da norma contou com a colaboração de entidades na área de pesquisa, associações representativas do setor produtivo de suínos, técnicos, agroindústrias, organizações não governamentais de proteção animal e especialistas dedicados às atividades inerentes à gestão e manejo de animais, com larga experiência, na aplicação de boas práticas respeitando os quesitos relacionados ao bem-estar animal.

Fonte: Assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - 18 de dezembro de 2020

https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/norma-estabelece-as-boas-praticas-de-manejo-na-producao-comercial-de-suinos