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O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Distrito Federal esclarece aos Médicos Veterinários e Zootecnistas inscritos nesta Autarquia sobre o recebimento de boletos de cobrança emitidos pelo Sindicato dos Médicos Veterinários do Distrito Federal que não fornece informações de dados cadastrais a quaisquer entidades que a solicite, em cumprimento da Resolução 667/2000 que disciplina a expedição pelos CRMVs da listagem de profissionais inscritos no CRMV-DF.

A única obrigação de pagamento que os Médicos Veterinários e Zootecnistas têm são o pagamento da anuidade ao CRMV-DF, conforme preconizam as Leis 5.517 e 5.550, respectivamente.

Qualquer dúvida a respeito do assunto, qualquer profissional que esteja em dúvida sobre a emissão do boleto, entrar em contato com o CRMV-DF pelos telefones 3223-5802 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

Fiscalização do CRMV-DF já está nas ruas do Distrito Federal para garantir o exercício Pleno da Medicina Veterinária e da Zootecnia, com os objetivos de garantir aos cidadãos profissionais com a formação necessária, ao mesmo tempo, zelar pelas profissões. O trabalho foi iniciado em fevereiro deste ano e conta com dois agentes. A finalidade é garantir segurança física e jurídica tanto dos próprios profissionais quanto dos animais e seus tutores.

Importância da Fiscalização

Segundo o presidente do CRMV-DF, Med. Vet. Laurício Monteiro da Cruz o sistema CFMV/CRMV’s “tem a função precípua de Orientar, Fiscalizar e Regulação do exercício da Medicina Veterinária e da Zootecnia. Então, o Conselho é um tribunal profissional. Ele foi criado para organizar as profissões de modo que a sociedade não corra riscos pela oferta destes serviços.” Assim contextualiza a importância da entidade perante a sociedade, o presidente do CRMV-DF.

Fiscalização e diretores

Da esquerda para a direita: Vice-presidente, Med. Vet Saulo Borges Lustosa; Tesoureiro, Zootec. Emanoel Elzo Leal de Barros, Fiscais João Lucio Alves e Antônia Erivanúzia Araújo Macêdo; Secretário-Geral Med. Vet Roberto Gomes Carneiro e o Presidente, Med. Vet. Laurício Monteiro Cruz

A fiscalização, por sua vez, tem o objetivo de ir até os estabelecimentos e verificar se ali há necessidade de ter um Médico Veterinário ou Zootecnista, conforme a atividade que esta empresa exerce. Quando há necessidade o agente irá orientar o responsável pelo estabelecimento da necessidade do cumprimento dos pré-requisitos regulamentados pelo sistema CFMV-CRMVs. Conforme for a situação, o agente irá emitir um “auto de infração” que na prática, aponta uma irregularidade e estabelece um prazo para adequação.

Antes de entrar em ação, os agentes passaram por intenso treinamento no CRMV-GO, receberam orientação de auditores fiscais do GDF e pelos diretores do CRMV-DF. Os agentes organizaram as suas ações dividindo o seu itinerário por Regiões Administrativas (RA’s) de forma que consigam cobrir todo o distrito federal no mais breve intervalo de tempo possível.

Além de cumprir a função institucional do CRMV-DF, sob demanda, eles também trabalham conjuntamente a outros órgãos de governo, como as vigilâncias sanitária, ambiental, IBRAM, Agefis, Administrações Regionais, Polícias Civil e Militar. Estes esforções são para colaborar com a segurança da população e do bem-estar animal, além da elevação da Medicina Veterinária e da Zootecnia, como profissões regulamentadas.

O que muitas pessoas ainda não reconhecem é que das mãos dos Médicos Veterinários e Zootecnistas passam todos os alimentos de origem animal e o CRMV-DF tem o dever de verificar se as empresas têm estes profissionais em suas linhas de trabalho, de modo a garantir a qualidade e a sanidade dos alimentos.

Mas o trabalho destas profissões não param por aí, a tríade da saúde única, que inter-relaciona a saúde humana, animal, a ambiental, busca o equilíbrio dessas relações, proporcionando a integridade e plenitude da vida.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CRMV-DF

Em busca de um padrão estético, criadores e proprietários costumavam recorrer a cirurgias para esculpir orelhas ou encurtar as caudas de seus cães. A prática, antes considerada habitual, submetia animais a uma intervenção desnecessária e que representa um prejuízo permanente ao seu bem-estar. Considerando a realização indiscriminada de procedimentos cirúrgicos mutilantes, há uma década o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) publicou a Resolução CFMV nº 877, que vetou esse tipo de medida no país.

Entre os procedimentos proibidos pela resolução estão a conchectomia, a cordectomia e a onicectomia, nomes dados, respectivamente, ao corte das orelhas, à retirada das cordas vocais e à remoção cirúrgica das unhas dos animais. Posteriormente, com a publicação da Resolução CFMV nº 1027 de 2013, que complementou o texto original de 2008, ficaria explicitamente proibida na prática médico-veterinária também a caudectomia (corte de cauda).

“Esses eram procedimentos ensinados nos cursos de Medicina Veterinária, mas para vários profissionais já era algo em desuso. Muitos questionavam o benefício que isso trazia ao animal. Depois da emissão dessa resolução, há dez anos, os médicos veterinários que ainda faziam essas cirurgias se sentiram reprimidos e entenderam que essa é uma coisa errada”, avalia o presidente da Comissão Nacional de Bem-estar Animal do CFMV (Cobea/CFMV), Cássio Ricardo Ribeiro.

Além dos procedimentos motivados por razões estéticas, também são consideradas graves as cirurgias que, por conveniência, buscam impedir a expressão do comportamento natural da espécie. Esse é o caso dos proprietários que emudecem seus cães por meio do corte das cordas vocais ou amputam a terceira falange dos felinos para que, assim, eles não tenham mais unhas.

“É um procedimento cirúrgico, anestésico, que causa dor, e existe muita complicação pós-cirúrgica”, ressalta o presidente da Cobea/CFMV. “Se o cão late muito, é uma questão de adestramento, de educação. Se o gato arranha o sofá, é porque essa é uma manifestação natural do felino. É uma questão de esclarecer o tutor e explicar que a mutilação não é a solução”, aponta Cássio.

Aceitação

Eventualmente, tutores e criadores passaram a aceitar e até mesmo valorizar a aparência de nascimento dos cães e os padrões de raça ficaram mais flexíveis. “Hoje atendemos rottweiler de rabo comprido, doberman de orelha grande, yorkshire com o rabo natural”, enumera a clínica e cirurgiã veterinária Patrícia Arrais.

Com 23 anos de profissão, Patrícia conta que se recusa a realizar procedimentos como a conchectomia desde antes da graduação. “Esses procedimentos nós não fazemos mesmo. Geralmente fazemos uma orientação para a posse responsável, explicando aos tutores como é algo totalmente desnecessário, e que é uma mutilação. E realmente conseguimos convencê-los”, explica a profissional.

A médica veterinária apenas recorre a esse tipo de cirurgia quando há indicação para o benefício do animal, o que é permitido pela Resolução CFMV nº 877. Esses são os casos, por exemplo, da ocorrência de um tumor, de uma lesão grave, ou da necessidade de corrigir problemas de formação que podem causar complicações para o cão ou gato. Apenas o médico veterinário tem a competência para avaliar a necessidade da realização desses procedimentos.

Os profissionais que realizarem os procedimentos sem justificativa clínica, se denunciados ao Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) de seu estado, podem sofrer um processo ético-profissional. No caso de a intervenção não ter sido feita por um médico veterinário, o autor pode responder por crime ambiental e exercício ilegal da profissão.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CFMV

Foi divulgada nesta terça-feira (20/3), Portaria nº 22 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que define os testes laboratoriais para o diagnóstico do mormo no Brasil. Segundo a portaria, os testes de triagem para o diagnóstico da doença são a Fixação de Complemento (FC) ou o ELISA (Ensaio de Imunoabsorção enzimática). O teste complementar é o Western Blotting-imunoblotting (WB).

A Portaria define ainda as informações que devem constar no formulário de requisição para os testes de diagnóstico laboratorial, que devem ser empregados individualmente, por animal.

Mediante autorização do Mapa, outros métodos podem ser empregados como teste complementar em situações específicas.

O desenvolvimento de novas provas laboratoriais de diagnóstico que possam trazer benefícios às ações de prevenção ou erradicação do mormo no Brasil também podem ser adicionadas aos testes, segundo o Mapa, de acordo com os preceitos recomendados pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Saiba mais: Mapa publica instrução normativa mais rigorosa para controle e erradicação do mormo

Assessoria de Comunicação do CFMV

As formaturas são verdadeiros momentos de renovação. A sociedade recebe novos profissionais e quem está presente na cerimônia termina refletindo sobre o seu papel na sociedade e em sua própria história. Sob este contexto a União Pioneira de Integração Social – UPIS colou grau de 31 novos Médicos Veterinários e 8 Zootecnistas na noite de 15 de março de 2018, no auditório do Clube do Exército em Brasília. Representando o CRMV-DF, o ex-presidente Médico Veterinário Hélio Blume que também é professor da entidade.

Em seu discurso defendeu o pleno exercício da profissão e os esforções que cada um tem para assegurá-lo. “Hoje estou aqui representando o CRMV-DF como ex-presidente, mas também como um dos diretores do Conselho Federal. É nosso dever garantir tranquilidade a nossa sociedade” explicou Hélio se referindo ao dever institucional do Sistema CFMV/CRMV de garantir que a sociedade possa contar com o exercício pleno da Medicina Veterinária e da Zootecnia.

Ao final da solenidade, Hélio Blume entregou aos ex-alunos, agora bacharéis em Medicina Veterinária Maria Jaci Lustosa Jacobina e a Zootecnista Gláucia Maria Dutra Costa, o certificado de Alunos Destaque, em consequência do mérito reconhecido pelos esforções no decorrer da graduação. Parabéns!

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Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CRMV-DF