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As pressões do mundo contemporâneo têm provocado em diversos profissionais uma série de dificuldades e desequilíbrios como stress, ansiedade, depressão, insônia, sensação de impotência. De acordo com pesquisas, esses impactos são ainda mais significativos para médicos veterinários e graduandos.
Questões como eutanásia, violência contra animais, negligência de tutores, mercado de trabalho altamente competitivo e a necessidade de constante aperfeiçoamento estão entre os desafios da carreira.

Diante desse cenário, a Holospet - Saúde Integral e o Espaço Alethea - Psicologia e Psicanálise lançam o projeto “Roda Vida Vet - Cuidando de Quem Cuida”, com suporte de psicólogos e médicos veterinários holísticos.

Com apoio da Terapia Comunitária Integrativa, o Roda Vida Vet oferece um ambiente de diálogo e de escuta qualificada para acolhimento de profissionais e estudantes da área, bem como a oportunidade de compartilhamento de experiências.

Nosso primeiro encontro ocorrerá no sábado, dia 30 de junho a partir das 9h30 da manhã, lá no Parque Olhos d’água na 214 norte. Nos reuniremos no espaço de convivência onde ocorrem as aulas de Yoga.
O Roda Vida Vet é de contribuição voluntária e nosso café da manhã será comunitário, leve algo para comer ou beber e uma canga ou banquinho, se preferir.
Estamos à disposição para esclarecer qualquer dúvida.

Nos vemos lá!! #medicinaveterinaria #amoraprofissao #vamosfalarsobreisso #equipeholospet #espacoalethea #terapiacomunitaria #rodavidavet

 

Roda Viva Vet

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta semana que um paranaense morreu em decorrência de Raiva Humana contraída por mordedura de morcego. O acidente aconteceu no início de janeiro deste ano em área rural de Ubatuba, no estado de São Paulo, e o paciente demorou a procurar atendimento de saúde.

“Desde 1987 não registrávamos casos e mortes por raiva humana. É importante destacar que qualquer acidente com morcegos ou animais domésticos, como gatos e cachorros, demandam a busca imediata de atendimento de saúde para evitar o agravamento e até a morte”, explicou o secretário estadual da Saúde, Antônio Carlos Nardi.

O jovem de 24 anos foi mordido por morcego enquanto dormia em Ubatuba, São Paulo, no dia 3 de janeiro, e não procurou atendimento imediato na cidade do interior paulista. Na volta ao Paraná, o morador de Colombo buscou a unidade de saúde no dia 15 de janeiro, quando foi prescrita a aplicação de quatro doses da vacina antirrábica, no entanto, o jovem só tomou duas doses.

No dia 19 de fevereiro, o rapaz procurou o pronto-atendimento do Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, quando foi internado já com sintomas de agravamento, como febre alta, dor toráxica, formigamento pelo corpo, dor nos nervos, entre outros. O paciente permaneceu internado, sendo transferido posteriormente para UTI e, apesar do tratamento, foi a óbito no dia 9 de março.

VIGILÂNCIA – No momento do internamento, as equipes de vigilância epidemiológica das secretarias estadual e municipal da Saúde foram alertadas, tendo acompanhado toda investigação do caso em sintonia com a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e Instituto Pasteur. Foram realizados todos os exames definidos no protocolo do Ministério da Saúde para a doença, no entanto sem a confirmação laboratorial de raiva humana.

Sem o diagnóstico laboratorial e depois de descartar outras doenças, foi confirmada a morte por raiva humana por critério clínico-epidemiológico. A decisão foi compartilhada pelas duas secretarias estaduais envolvidas e pelo Instituto Pasteur depois da confirmação de presença de anticorpo da doença no líquor (líquido que banha o cérebro e a medula).

A partir da confirmação, o secretário Nardi enviou ofício ao Ministério da Saúde notificando todo o processo de vigilância epidemiológica desenvolvido no Paraná quanto ao caso e a confirmação do diagnóstico de raiva humana. O documento também foi dirigido à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério, Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo e Instituto Pasteur.

DOENÇA – A raiva humana é uma doença infecciosa causada por um vírus que afeta o sistema nervoso. Estima-se que sejam registrados no mundo mais de 50 mil novos casos da doença por ano, sobretudo em países da África e da Ásia. Atualmente, o estado do Pará registra casos da doença transmitida por morcegos.

A transmissão da raiva humana ocorre através do contato de um mamífero infectado com o homem. A maioria dos acidentes acontece pela mordedura de cães, gatos ou contato com morcegos. Nesses casos, a pessoa deve ser encaminhada imediatamente a uma unidade de saúde para iniciar o tratamento profilático.

“Se o tratamento for realizado em tempo hábil, a possibilidade de a pessoa desenvolver a doença é mínima”, relata a superintendente de Vigilância em Saúde, Júlia Cordellini. Segundo ela, o Paraná tem estoques suficientes de soros e vacinas para o tratamento quando necessário.

Orientações à população ao encontrar morcegos:

•             Evite tocar em qualquer morcego, vivo ou morto.

•             Os morcegos são animais de hábitos noturnos. Quando encontrados caídos ou voando de dia, podem estar doentes, com o vírus da raiva.

•             Ao encontrar um morcego nessas condições, ou mesmo morto, avise o serviço de saúde do seu município

•             O contato direto com morcegos por toque, arranhões ou mordidas é grave. Caso isso aconteça, procure a unidade de saúde mais próxima.

•             Mantenha seus animais de estimação, cães e gatos, com a vacina da raiva em dia.

No caso de sofrer agressão (mordedura, lambedura ou arranhões) de morcego:

•             Lave o ferimento imediatamente com água corrente e sabão.

•             Procure rapidamente uma unidade de saúde.

•             Faça o tratamento indicado sem faltar às vacinações.

•             No contato com morcego (lambedura, mordedura ou arranhão), ou no caso de acordar com o animal caído dentro do quarto de dormir, deve-se realizar a profilaxia pós-exposição com sorovacinação. Procure o serviço de Saúde para orientações.

Fonte: Secretaria de Saúde do Estado do Paraná

O fim de semana foi de aperfeiçoamento profissional para os clínicos de pequenos animais de Brasília. A Anclivepa DF realizou, nos dias 16 e 17 de março, no UniCEUB, o congresso BSB VetDermato, com palestras de profissionais renomados, tratando de vários temas em torno da Dermatologia Veterinária.

O evento trouxe 6 palestrantes que ministraram 20 palestras para o público de 155 congressistas. A presidente da Anclivepa DF, Médica Veterinária Andrea Moraes Carneiro relata que o congresso foi um sucesso. “Todos os participantes elogiaram, classificaram como ‘alto nível’ as palestras, apontando que os temas abordados foram em torno do dia-a-dia da clínica, nada que não pudesse ser aplicado na clínica diária. Os patrocinadores também repassaram que obtiveram um feedback positivo, nas visitas dos stands” explica Andrea sobre a adesão dos profissionais no evento.

Ela também agradeceu aos colaboradores como o UniCEUB que cedeu o local para a realização do evento e dos patrocinadores que acreditaram e apoiaram o congresso. No discurso de encerramento, Dra Andrea destacou a importância da participação dos profissionais. “Eu tenho certeza que todos vocês expandiram os seus conhecimentos e os levarão para suas rotinas. Agradeço imensamente a todos vocês que vieram em busca desse conhecimento e que com sua participação, não só engrandeceram o nosso evento, como engrandeceram a medicina veterinária.” Concluiu a presidente da Anclivepa-DF

A Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais, Anclivepa-DF é uma associação sem fins lucrativos que tem como objetivo oferecer a seus associados a oportunidade de se atualizar profissionalmente, com palestras e cursos voltados aos clínicos veterinários de pequenos animais.

Os interessados em conhecer a entidade, podem visitar o site www.anclivepadf.com.br consultar a agenda de eventos para este ano e também se associar.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CRMV-DF com fotos da Anclivepa DF

publico aplaudindo

andrea e marcello

corredores

O aperfeiçoamento profissional da Medicina Veterinária será sempre bem vinda pela sociedade e elogiada pelo CRMV-DF. Trabalhando com esta finalidade a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais – Anclivepa DF irá sediar o 40º Congresso Brasileiro da Anclivepa – CBA, em 2019. O evento será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

É com muita alegria que o CRMV-DF acolhe este evento que é de grande importância para a medicina veterinária brasileira e da nossa capital federal. Os congressistas terão a oportunidade de assistir várias palestras sobre diversos assuntos, além de poder conhecer o trabalho dos laboratórios e das empresas fornecedoras de equipamentos, alimentos, livros, ou seja, uma infinidade de ferramentas para a melhor oferta de serviço à sociedade.

Sejam bem vindos!

Anclivepa e CRMV DF

Com atenção, a turma observa as ovas de curimbatã, peixe de água doce encontrado em várias regiões do País, fecundadas no dia anterior.

As aulas gratuitas fazem parte dos cursos de piscicultura da secretaria da agricultura. As aulas gratuitas fazem parte dos cursos de capacitação em tecnologias de piscicultura, em que os alunos aprendem sobre a criação de peixes para consumo.

curso de psicultura AgenciaBrasilia

Os sócios de recria e engorda de peixes Thiago José Magalhães, de 36 anos, e Renato Barbosa, de 40 anos, fizeram o curso em janeiro. Já com dois anos e seis meses de parceria, eles buscavam aprimorar os conhecimentos para cuidar do negócio.

“O mercado exige que a gente se atualize. Se você não for bom no que faz, não tem como estar no meio. Aqui, podemos fazer na prática”, diz Magalhães.

Barbosa concorda. “É o segundo curso que fazemos. Sempre tem um professor com mestrado ou doutorado. Então, tudo que é novidade na área eles passam para os alunos.”

Eles explicam que começaram o negócio pelo mesmo motivo que levou a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural a criar o curso: a demanda por peixes no mercado de Brasília é alta.

Depois de um levantamento de 2015, a pasta apurou que os brasilienses consomem mais peixes do que a produção local consegue atender.

O analista de Desenvolvimento e Fiscalização Agropecuária, da Secretaria da Agricultura, e zootecnista Lincoln de Oliveira é o professor e explica: “Nossa intenção é fomentar a piscicultura por aqui porque temos terras com a quantidade certa de água e as condições necessárias”.

Inscrições são feitas por telefone de segunda a sexta-feira

Qualquer pessoa pode se inscrever, basta ligar para o telefone (61) 3380-3112, de segunda a sexta-feira, das 8 horas ao meio-dia e das 13 às 17 horas. Os coordenadores retornam para confirmar o interesse dos inscritos até fechar a turma, que pode ter até 40 pessoas.

Os cursos ocorrem mensalmente e são anunciados no site da secretaria. Em dois dias, os alunos têm 16 horas de aulas teóricas e práticas no Centro de Tecnologia em Piscicultura da pasta, na DF-003, entrada na altura do km 30 da BR-040, Granja do Ipê.

Em 2017, 669 pessoas receberam certificados. Como elas usam a estrutura do centro e são ministradas pelos funcionários do local, as aulas não têm custos para a Agricultura.

Inscrição para cursos de capacitação em tecnologias de piscicultura

De segunda a sexta-feira

Das 8 horas ao meio-dia e das 13 às 17 horas

Pelo telefone (61) 3380-3112

Gratuita

 

Fonte: Agência Brasília