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O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) publicou nesta quinta-feira (14/12) a Resolução CFMV nº 1193, que regulamenta o registro e a anotação de Responsabilidade Técnica (RT) em apicultura. O texto dispõe sobre os deveres do médico veterinário  como RT e classifica de acordo com a atuação os estabelecimentos que processam, armazenam e expedem produtos de abelhas e seus derivados.

A resolução lista como atribuições do responsável técnico a garantia da qualidade dos serviços e produtos, além da orientação aos usuários e funcionários do estabelecimento sobre os pontos críticos de contaminação dos produtos e sobre as condições de armazenamento, de transporte e de estocagem durante a comercialização dos produtos.

Cabe ao RT, ainda, zelar pelo cumprimento dos aspectos técnicos e legais da atividade, acompanhando as inspeções higiênico-sanitárias oficiais, notificando às autoridades dos órgãos ambientais sobre ocorrências que causem impacto ao meio ambiente e informando às autoridades sanitárias sobre as doenças de notificação obrigatória, exóticas, emergentes e ocorrências de morbidade e mortalidade.

“A apicultura é uma atividade que vem crescendo e despertando o interesse dos profissionais. Então a resolução vem normatizar o setor”, explica Walter Miguel, integrante da Comissão Nacional de Especialidades Emergentes (CNEE/CFMV). “A grande dúvida era sobre quais seriam as responsabilidades do médico veterinário nesses estabelecimentos, e essa resolução deixa isso bem claro.”

Ao analisar o pedido de anotação de responsabilidade técnica, o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) deve levar em consideração o conhecimento e treinamento do profissional, assim como a compatibilidade entre as responsabilidades técnicas e de de horários e distâncias já assumidas pelo profissional pelo RT.

A norma também ressalta que o profissional responsável técnico  responde cível e penalmente por eventuais danos que possam ocorrer decorrentes de sua conduta profissional, uma vez caracterizada dolo ou culpa, seja por negligência, imprudência ou imperícia.

Categorias

A resolução também classifica os estabelecimentos em duas categorias. Uma delas engloba as unidades de extração e beneficiamento de produtos de abelhas, definidos como as instalações destinadas ao recebimento de matérias-primas de produtores rurais, à extração, ao acondicionamento, à rotulagem, à armazenagem e à expedição dos produtos de abelhas. Nessas locais, podem ou não ser realizadas as atividades de beneficiamento e fracionamento do material.

A outra classificação de estabelecimentos é a de entreposto de beneficiamento de produtos de abelhas e derivados, que são as instalações destinadas à recepção, à classificação, ao beneficiamento, à industrialização, ao acondicionamento, à rotulagem, à armazenagem e à expedição de produtos e matérias-primas pré-beneficiadas provenientes de outros estabelecimentos de produtos de abelhas e derivados. Para essa categoria, é facultativa a extração de matérias-primas recebidas de produtores rurais.

 Fonte: Assessoria de Comunicação do CFMV

Em comemoração aos 69 anos da extensão rural no Brasil, a Câmara dos Deputados realizou, na segunda-feira (4), uma sessão solene. Na ocasião, dois técnicos da Emater-DF foram homenageados em função de ações realizadas com agricultores: Maxmiliano Cardoso e Marcio Machado receberam uma placa de Extensionista Destaque 2017, junto com outros trabalhadores de todo o país. A sessão, proposta pelo deputado Zé Silva (SD-MG), contou com a participação de dezenas de representantes da extensão rural.

Segundo o engenheiro agrônomo Marcio Machado, do escritório da Emate-DF no núcleo rural Rio Preto (região administrativa de Planaltina), receber o prêmio é uma reafirmação da importância do trabalho. “A homenagem nos mostra que estamos no caminho certo”, opinou. Já o zootecnista Maxmiliano Cardoso, da Emater-DF no Pipiripau (também em Planaltina), entende que a premiação é um reconhecimento que fortalece o trabalho de equipe. “A extensão rural é um conjunto complexo de ações. Sozinhos, não conseguimos realizar nada”, avaliou.

O engenheiro agrônomo Cleison Medas Duval, da Emater-DF, também foi agraciado com a homenagem. Na ocasião, ele representou a Federação Nacional dos Trabalhadores da Assistência Técnica e Extensão Rural e do Setor Público Agrícola do Brasil (Faser).

Para o secretário de Agricultura, Argileu Martins, a extensão rural vive um novo desafio. “Temos que nos preparar para encarar a modernidade. Já superamos os estereótipos do atraso na zona rural, levando políticas públicas, informação, crédito e desenvolvimento às comunidades do campo. Hoje, comemoramos o surgimento de uma entidade de coordenação nacional”, observou o secretário, citando a Anater – Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural, criada em 2016 para gerir recursos e políticas voltadas especialmente para a agricultura familiar. Durante a solenidade, Argileu recebeu do deputado Zé Silva um pedido da Frente Parlamentar Agropceuária para estudar, junto ao GDF, a possibilidade de implantar em Brasília o Museu Nacional da Extensão Rural.

O Brasil possui cerca de 30 mil trabalhadores na extensão rural — dos quais 16 mil são extensionistas, ou seja, trabalham diretamente com o agricultor. Cada estado possui uma instituição pública que presta esse serviço, definido pela lei 12.108 de 2010 como educação não formal, de caráter continuado, que promove processos de gestão, beneficiamento, produção e comercialização das atividades e serviços agropecuáris ou não, como extrativismo e artesanato. O serviço foi inaugurado no dia 6 de dezembro de 1948, com o início das atividades da antiga Associação de Crédito e Assistência Rural (Acar) em Minas Gerais. No Distrito Federal, a Emater-DF, que atua desde 1978, possui quase 300 servidores.

Fonte: Assessoria de Comunicação –Emater-DF

Dois veterinários, um biólogo e um auxiliar técnico da Fundação Jardim Zoológico de Brasília embarcaram nesta segunda-feira (23) para a Chapada dos Veadeiros. Eles vão montar dois pontos de apoio para o socorro de animais feridos pelo incêndio no local, iniciado na terça-feira (17).

Equipe composta de veterinários, um biólogo e um auxiliar técnico leva também medicamentos, kits cirúrgicos e vários equipamentos para o tratamento dos animais vítimas do incêndio na Chapada dos Veadeiros. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

Equipe composta de veterinários, um biólogo e um auxiliar técnico leva também medicamentos, kits cirúrgicos e vários equipamentos para o tratamento dos animais vítimas do incêndio na Chapada dos Veadeiros. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

Os funcionários do zoo serão responsáveis por organizar os serviços de cuidado a esses animais e se juntarão a organizações não governamentais que já estão na Chapada.

“Vamos auxiliá-los sobre o que fazer, já que eles não têm tantas informações técnicas”, informa o diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Gerson de Oliveira Norberto, que integra a equipe da instituição.

O grupo ainda leva medicamentos, kits cirúrgicos e vários equipamentos para o manejo de vários tipos de animais. A ideia é que os voluntários que já estão na Chapada tenham uma rápida capacitação para utilizar as ferramentas de manejo.

Ainda não há uma estimativa de quantos animais estão precisando de socorro. O foco, de acordo com Norberto, será resgatar e tratar aqueles que estão cercados pelas áreas atingidas pelo fogo. “Vamos começar uma busca ativa por onde o incêndio já foi controlado”, explica, ao contar que os principais cuidados serão com intoxicação e queimadura.

A equipe, a princípio, ficará no parque até quarta-feira (25) para traçar um diagnóstico da situação. Se necessário, haverá rodízio de funcionários para que o serviço no zoológico não seja afetado.

Combate ao fogo

Além do apoio na preservação da fauna, o governo de Brasília enviou na sexta-feira (20) vinte e cinco bombeiros militares para o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. “Trata-se de uma ação de governo, com todo o aval do governador”, reforça o diretor-presidente.

Até agora, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), 35 mil hectares do parque foram atingidos — mais de 14% da área total.

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, entre os municípios de Alto Paraíso, Cavalcante e Colinas do Sul, tem 240.586,56 hectares e foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 2001.

 

Fonte: Agência Brasília

            O Portal Soul Vet foi idealizado pela Dra. Carla Soares, uma Médica Veterinária nômade, holística e pesquisadora, que viajou por diversos países e lugarejos buscando compreender através da vivência e da experiência em diferentes culturas, como essa linha terapêutica integrativa tem sido exercida. No portal www.soulvet.com.br, Médicos Veterinários dedicados à medicina holística/integrativa poderão divulgar seus trabalhos e experiências, entrando em contato com a equipe do Soul Vet.

            O Soul Vet é um banco de dados formado pelos Médicos Veterinários Holísticos/Integrativos do mundo, estudantes de medicina veterinária interessados no assunto e tutores, que buscam essa forma de tratamento para seus Pets. A missão do Portal Soul Vet é integrar consciências, divulgar atividades dos profissionais, eventos e pesquisas, onde sua missão é conectar, divulgar, e integrar essa forma de exercer a medicina veterinária, de forma não-segregada, sinergética e acima de tudo respeitosa.

            O Portal Soul Vet abordará vários assuntos da medicina integrativa/holística (Bem-Estar, homeopatia, reiki, alimentação natural, ozonioterapia, florais, essências vibracionais, fisioterapia, acupuntura, fitoterapia, fitoenergética, radiestesia, dentre outros), bem como ciência e espiritualidade, como previsto pelo Código Internacional de Doenças. A espiritualidade será abordada em diversos aspectos científicos, com estudos neurológicos, semiológicos e mediúnicos, visando o autoconhecimento do profissional e aspectos energéticos do animal/tutor, abordando além disso, aspectos de auto-entendimento, ego, plenitude e felicidade, proporcionando um caminho mais equilibrado ao próprio médico veterinário.

            Uma das atividades do portal é colocar os estudantes de medicina veterinária em contato com os profissionais da área, de modo que estes possam ampliar seus conhecimentos, considerando se tratar de um tema muitas vezes não abordado nas vivências acadêmicas. Esta conexão poderá ser feita através do banco de dados, e da divulgação de vagas de estágio, experiências e empregos.

          O portal Soul Vet tem ainda um link chamado “Vet Nômades”, onde experiências de vida serão compartilhadas, integrando os profissionais que moram em locais distantes e inóspitos, com os profissionais dos grandes centros. O portal é feito de histórias de vida, e neste link, todos os profissionais poderão relatar seus aprendizados e histórias aprendidas durante a sua própria caminhada (Tao).  O Portal Soul Vet terá um imenso prazer em contar a sua.

            Desta forma, todos os profissionais, estudantes, empresas e tutores são bem-vindos ao multiverso do Soul Vet. Um Portal que trabalha para conhecer, integrar e divulgar o trabalho dos Médicos Veterinários que trabalham com a alma. Seja um assinante e faça parte desta rede.

Fonte: portal Soul Vet

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As visitas a campo para o Censo Agropecuário 2017 começam nesta segunda-feira (2) no Distrito Federal. O levantamento vai percorrer, até fevereiro de 2018, todos os estabelecimentos agropecuários do território.

O objetivo é recolher dados como tamanho das propriedades, atividade desenvolvida, maquinário, assistência técnica e tecnologia empregada. A pesquisa ocorre de forma simultânea em todas as unidades da Federação.

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) prestará apoio operacional aos recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio de orientação para deslocamento. Além disso, os escritórios locais servirão como ponto de apoio para as equipes da pesquisa.

Uma vez que os técnicos da empresa têm amplo conhecimento da área rural do DF, a colaboração é importante para alcançar todos os estabelecimentos agropecuários.

“Com isso, é possível levantar a realidade e mostrar a importância da atividade rural para o DF”, destaca o gerente de Desenvolvimento Econômico da Emater-DF, Igor Alves.

A agricultura movimenta R$ 2,4 bilhões por ano no DF — em valores brutos de produção. O cultivo de hortaliças se destaca no conjunto de atividades. A produção de grãos, em especial a de soja, é também fundamental para o setor.

No Distrito Federal, serão 16 recenseadores e 9 agentes censitários supervisores, que também farão a coleta das informações. O questionário tem 150 perguntas, e o tempo médio de aplicação é de 45 minutos.

Os escritórios locais da Emater receberão a identificação dos recenseadores em cada núcleo rural. Para saber qual é o técnico responsável pela região, basta ligar para as unidades da empresa.

As informações coletadas serão armazenadas em tablet e são confidenciais. Elas têm caráter estatístico e não serão divulgadas de forma individual ou com identificação dos produtores rurais.

“O recorte mínimo que usaremos será o de municípios e, no caso do DF, unidade da Federação”, garante o coordenador técnico do Censo Agropecuário do IBGE no DF, João Alves de Lima.

Participam da pesquisa todos os agricultores cujo imóvel rural se enquadre no critério de estabelecimento comercial. Para isso, a propriedade deve abrigar alguma atividade relacionada à exploração agropecuária, como

. Cultivo do solo com culturas permanentes e temporárias
. Criação, recriação ou engorda de animais de grande e médio porte
. Criação de pequenos animais
. Silvicultura
. Reflorestamento
. Extração de produtos vegetais
. Piscicultura

A expectativa do IBGE é que 6 mil propriedades no DF se enquadrem na definição. Em todo o País, serão mais de 5,3 milhões de estabelecimentos.

“O Censo Agropecuário é o maior e mais abrangente estudo feito pelo IBGE para o setor. É o único que bate na porteira de cada um, não se trata de uma pesquisa amostral”, explica Lima.

O levantamento não fará distinção de tamanho do estabelecimento nem da condição jurídica do ocupante (se proprietário, posseiro, parceiro). Também serão visitadas as terras que estejam inseridas em área urbana.

 

Fonte: Secretaria de Agricultura do Distrito Federal