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O aperfeiçoamento profissional da Medicina Veterinária será sempre bem vinda pela sociedade e elogiada pelo CRMV-DF. Trabalhando com esta finalidade a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais – Anclivepa DF irá sediar o 40º Congresso Brasileiro da Anclivepa – CBA, em 2019. O evento será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

É com muita alegria que o CRMV-DF acolhe este evento que é de grande importância para a medicina veterinária brasileira e da nossa capital federal. Os congressistas terão a oportunidade de assistir várias palestras sobre diversos assuntos, além de poder conhecer o trabalho dos laboratórios e das empresas fornecedoras de equipamentos, alimentos, livros, ou seja, uma infinidade de ferramentas para a melhor oferta de serviço à sociedade.

Sejam bem vindos!

Anclivepa e CRMV DF

O fim de semana foi de aperfeiçoamento profissional para os clínicos de pequenos animais de Brasília. A Anclivepa DF realizou, nos dias 16 e 17 de março, no UniCEUB, o congresso BSB VetDermato, com palestras de profissionais renomados, tratando de vários temas em torno da Dermatologia Veterinária.

O evento trouxe 6 palestrantes que ministraram 20 palestras para o público de 155 congressistas. A presidente da Anclivepa DF, Médica Veterinária Andrea Moraes Carneiro relata que o congresso foi um sucesso. “Todos os participantes elogiaram, classificaram como ‘alto nível’ as palestras, apontando que os temas abordados foram em torno do dia-a-dia da clínica, nada que não pudesse ser aplicado na clínica diária. Os patrocinadores também repassaram que obtiveram um feedback positivo, nas visitas dos stands” explica Andrea sobre a adesão dos profissionais no evento.

Ela também agradeceu aos colaboradores como o UniCEUB que cedeu o local para a realização do evento e dos patrocinadores que acreditaram e apoiaram o congresso. No discurso de encerramento, Dra Andrea destacou a importância da participação dos profissionais. “Eu tenho certeza que todos vocês expandiram os seus conhecimentos e os levarão para suas rotinas. Agradeço imensamente a todos vocês que vieram em busca desse conhecimento e que com sua participação, não só engrandeceram o nosso evento, como engrandeceram a medicina veterinária.” Concluiu a presidente da Anclivepa-DF

A Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais, Anclivepa-DF é uma associação sem fins lucrativos que tem como objetivo oferecer a seus associados a oportunidade de se atualizar profissionalmente, com palestras e cursos voltados aos clínicos veterinários de pequenos animais.

Os interessados em conhecer a entidade, podem visitar o site www.anclivepadf.com.br consultar a agenda de eventos para este ano e também se associar.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CRMV-DF com fotos da Anclivepa DF

publico aplaudindo

andrea e marcello

corredores

Granjas de aves de corte e de postura ainda não registradas no serviço veterinário estadual (SVE) devem solicitar o registro até o dia 3 de março. A solicitação é necessária para realização de vistoria e emissão do Laudo de Inspeção Física e Sanitária. O diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques, alerta que o prazo não será prorrogado. Sem comprovação do requerimento de registro, os criatórios não poderão alojar mais novas aves.

Para obter o registro, as granjas precisam comprovar o cumprimento das normas de biosseguridade, como a instalação de telas e outras medidas contidas na Instrução Normativa do Mapa nº 56/2007, destinadas à prevenção de doenças como a influenza aviária, doença de Newcastle e salmoneloses. Equipe do Departamento de Saúde Animal do Mapa se reuniu com entidades ligadas ao setor de avicultura para atualizar-se sobre o andamento dos pedidos de registro. E vídeo conferências estão sendo realizadas com secretarias estaduais e associações de produtores para esclarecer dúvidas e orientar sobre o melhor procedimento de registro.

Na prática, as granjas devem entregar documentação e informar que estão aptas a receberem auditoria do serviço veterinário oficial. Cabe a esse veterinário o controle sanitário do estabelecimento e atestar por meio de declaração, junto com o registro, que a granja atende aos requisitos de biosseguridade. Segundo Guilherme Marques, “nas principais regiões produtoras do país, mais de 90% das granjas já protocolaram seus pedidos”. Até porque, segundo ele, é um tema que há mais de uma década vem sendo tratado e prorrogado. Mas chegou o momento de ser colocado em prática definitivamente, advertiu.

O chefe da Divisão de Sanidade de Aves do DSA, Bruno Pessamilio, explica que o objetivo é manter a produção avícola nacional e com níveis adequados de biosseguridade. “A nossa ideia é continuar no processo de conscientização, de harmonização de procedimentos. Queremos conversar, entender quais as dificuldades dos criadores, resolver os problemas e completar o processo”.

Com relação à tela, o chefe da divisão alertou que esse tipo de proteção é fundamental para isolar as aves de produção das aves silvestres e de aves domésticas soltas, que podem introduzir doenças ao plantel.

Ao todo o plantel aviário brasileiro é reunido em torno de 41 mil granjas. O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango. A produção avícola é exportada para aproximadamente 160 países. Um total de aproximadamente 32% da carne de frango é embarcada para o exterior e, 68%, consumida no país. “A sanidade é fundamental para garantir todo esse negócio e proporcionar seu crescimento”, conclui Pessamilio.

Confira o áudio desta matéria

Com atenção, a turma observa as ovas de curimbatã, peixe de água doce encontrado em várias regiões do País, fecundadas no dia anterior.

As aulas gratuitas fazem parte dos cursos de piscicultura da secretaria da agricultura. As aulas gratuitas fazem parte dos cursos de capacitação em tecnologias de piscicultura, em que os alunos aprendem sobre a criação de peixes para consumo.

curso de psicultura AgenciaBrasilia

Os sócios de recria e engorda de peixes Thiago José Magalhães, de 36 anos, e Renato Barbosa, de 40 anos, fizeram o curso em janeiro. Já com dois anos e seis meses de parceria, eles buscavam aprimorar os conhecimentos para cuidar do negócio.

“O mercado exige que a gente se atualize. Se você não for bom no que faz, não tem como estar no meio. Aqui, podemos fazer na prática”, diz Magalhães.

Barbosa concorda. “É o segundo curso que fazemos. Sempre tem um professor com mestrado ou doutorado. Então, tudo que é novidade na área eles passam para os alunos.”

Eles explicam que começaram o negócio pelo mesmo motivo que levou a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural a criar o curso: a demanda por peixes no mercado de Brasília é alta.

Depois de um levantamento de 2015, a pasta apurou que os brasilienses consomem mais peixes do que a produção local consegue atender.

O analista de Desenvolvimento e Fiscalização Agropecuária, da Secretaria da Agricultura, e zootecnista Lincoln de Oliveira é o professor e explica: “Nossa intenção é fomentar a piscicultura por aqui porque temos terras com a quantidade certa de água e as condições necessárias”.

Inscrições são feitas por telefone de segunda a sexta-feira

Qualquer pessoa pode se inscrever, basta ligar para o telefone (61) 3380-3112, de segunda a sexta-feira, das 8 horas ao meio-dia e das 13 às 17 horas. Os coordenadores retornam para confirmar o interesse dos inscritos até fechar a turma, que pode ter até 40 pessoas.

Os cursos ocorrem mensalmente e são anunciados no site da secretaria. Em dois dias, os alunos têm 16 horas de aulas teóricas e práticas no Centro de Tecnologia em Piscicultura da pasta, na DF-003, entrada na altura do km 30 da BR-040, Granja do Ipê.

Em 2017, 669 pessoas receberam certificados. Como elas usam a estrutura do centro e são ministradas pelos funcionários do local, as aulas não têm custos para a Agricultura.

Inscrição para cursos de capacitação em tecnologias de piscicultura

De segunda a sexta-feira

Das 8 horas ao meio-dia e das 13 às 17 horas

Pelo telefone (61) 3380-3112

Gratuita

 

Fonte: Agência Brasília

A Associação Brasileira de Zootecnistas – ABZ, une-se aos produtores rurais, as entidades representativas do setor pecuário, aos órgãos de controle e fiscalização governamentais e a justiça brasileira em defesa da garantia da comercialização de animais vivos como parte das operações do negócio da pecuária por entender que nos dias atuais nenhuma atividade de criação, manejo, transporte e abate de animais são desenvolvidas sem a devida observação das normas técnicas e internacionais de garantia do bem-estar animal. Não obstante, com a entrada na terceira fase da relação do homem com os animais, em que se compreende que os animais são seres sencientes, a ética passou a ser o princípio basilar desta nova ordem de relacionamento homem/animal, garantindo assim o aproveitamento dos animais para produção de alimentos destinados ao atendimento da condição de vida das pessoas com respeito à condição de existência dos mesmos.

Além disso, a ABZ também entende que não podem ser ativistas desconectados com a realidade do processo produtivo e de comercialização animal, que convivem diariamente com condições degradantes e de desconforto em situações precárias de transporte urbano, segurança, saúde e alimentação das populações menos favorecidas para citar alguns exemplos a ditarem procedimentos e regras adequadas para operações de comercialização animal de forma a causar em fato concreto danos ao bem-estar animal e prejuízo aos diferentes segmentos que compõem a cadeia da carne bovina.

Atenciosamente,

Zootecnista Marinaldo Divino Ribeiro

Presidente da ABZ