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Até 27/7, a Coordenação de Ensino do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos (ICTB/Fiocruz) recebe inscrições para o Curso de Atualização em Ciência em Animais de Laboratório. O objetivo é aprofundar técnicas de manejo animal e os procedimentos requeridos em um programa de criação para a pesquisa, apresentar as recentes biotecnologias no campo e refletir sobre aspectos éticos e legais do uso de animais de laboratório em pesquisa. O curso destina-se a profissionais do campo de medicina veterinária, zootecnia, ciências biológicas e demais áreas de ciências da saúde, em término da graduação, graduados e pós-graduados, que atuem ou desejem atuar com biomodelos experimentais.

São ofertadas 30 vagas e a aulas acontecerão de 31/7 a 25/8, à tarde, no ICTB, no Campus Manguinhos. As inscrições devem ser feitas pela Plataforma Siga. O resultado do processo seletivo será divulgado em 28/7, por e-mail.

Mais informações podem ser obtidas na chamada pública ou junto à Coordenação de Ensino do ICTB pelos telefones (21) 3194-8476/8452 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Serviço

Curso de atualização em Ciência em Animais de Laboratório
Modalidade: presencial / gratuito
Data: 31/7 a 25/8
Horário: 13h30 às 16h30
Local: sala 1, ICTB (Campus Manguinhos)
Público-alvo: profissionais das áreas de medicina veterinária, zootecnia, ciências biológicas e demais ciências da saúde, em término da graduação, graduados e pós-graduados, que atuem ou desejem atuar com biomodelos experimentais

 

Fonte: FioCruz

A Unidade Estratégica de Direitos Animais da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) inicia uma pesquisa para identificar protetores e protetoras de animais domésticos no Distrito Federal. Qualquer protetor de animais, individual ou organizado pode preencher o formulário até 30 de outubro, disponível no site da Sema-DF.

A chefe da unidade, Mara Moscoso, afirma que o objetivo da pesquisa é conhecer o universo dos protetores dos animais no DF e, com essas informações, propor políticas públicas para o setor. “Sabemos que existem três tipos de protetores”. O independente, explica, é aquele que realiza o trabalho pessoalmente. Há grupos de comunidades e as organizações não governamentais, registradas oficialmente, informa.

“Queremos saber as formas de trabalho de cada um e mapear no território os locais mais problemáticos, além de identificar formas de parceria com a sociedade”, explicou Mara. A ambientalista pediu a colaboração da sociedade e a divulgação entre os protetores. “Quanto mais informação a gente tiver, melhor será a nossa atuação”.

Fonte: Agência Brasília

Amadeu chegou desnutrido e desidratado, sentindo falta dos cuidados da mãe. O tamanduá-mirim, que está na Fundação Jardim Zoológico de Brasília há três meses, foi levado por uma equipe do Batalhão de Policiamento Ambiental. Hoje, recebe cuidados especiais para ficar saudável e apto a voltar à natureza.

Amadeu chegou desnutrido e desidratado, sentindo falta dos cuidados da mãe. Hoje, recebe cuidados especiais para ficar saudável e apto a voltar à natureza.

Amadeu chegou desnutrido e desidratado, sentindo falta dos cuidados da mãe. Hoje, recebe cuidados especiais para ficar saudável e apto a voltar à natureza. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

O filhote é um dos que participam do programa de reabilitação e soltura da fundação. A iniciativa faz parte das prioridades adotadas para conservação de espécies. “Nossa grande meta é que os animais possam voltar à natureza”, resume o diretor-presidente do Zoológico, Gerson de Oliveira Norberto.

Segundo a zootecnista Ana Raquel Gomes Faria, o maior desafio é quando eles são encaminhados à fundação ainda bebês. Os filhotes, como é o caso do Amadeu, exigem cuidados específicos para que não se acostumem com os humanos e desaprendam a viver livres.

Na maior parte, os bichos chegam órfãos e ainda pequenos. “Esse é o nosso grande desafio, pois, dependendo do tamanho, eles podem ficar muito agarrados à gente”, explica Ana. As espécies que mais chegam ao zoológico são tamanduás, principalmente nesta época do ano, por conta do aumento de queimadas.

Para evitar apego, os servidores adotam novas técnicas, de forma a reduzir o contato direto com os animais. Eles recebem bichos de pelúcia e são estimulados a se alimentar sozinhos. Amadeu, por exemplo, faz caminhadas diárias pelo jardim, acompanhado de longe pela equipe.

O objetivo é que, dessa forma, os animais cresçam mais independentes. Antes de serem soltos, passam por avaliação para ver se estão com habilidades para procurar comida e se defender de predadores. Amadeu deve passar pelo processo em seis meses.

Alguns não conseguem independência facilmente. Dudu é um tamanduá-bandeira e está há pouco mais de uma semana sob os cuidados do berçário do zoo. Por sentir falta da mãe, o filhote, de pouco mais de um mês, precisa passar mais tempo com os servidores.

O objetivo é evitar estresse e o desenvolvimento de algum problema de saúde. “Ele precisa ouvir nosso coração, sentir nossa respiração, para que se recorde da mãe”, explica a agente de Conservação e Pesquisa Verônica Pimentel.

Quando ocorre a soltura

Quando os bichos chegam já adultos, o processo é mais simples. Eles recebem os cuidados necessários e são soltos o mais rápido possível. “Quanto menos tempo o animal passar por aqui, melhor”, avalia a zootecnista. Nesses casos, a soltura fica mais fácil, uma vez que eles já têm procedência e um lugar para onde voltar.

Outro grande desafio para que os animais possam ser soltos é a falta de áreas de preservação disponíveis. Antes de definir um local para onde levar determinada espécie, é preciso checar se aquele indivíduo não afetará o equilíbrio do ecossistema.

Segundo o diretor-presidente do zoológico, Gerson de Oliveira Norberto, atualmente, cerca de 120 animais estão prontos para serem soltos. “O que falta é a determinação de um lugar para que eles possam ir para a vida livre”, detalha.

Essa análise, explica, é feita pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ou pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram), no caso do Distrito Federal.

Mesmo quando livre, essa população continua acompanhada pela equipe do zoológico. A ideia é checar se o bicho está se adaptando e conseguindo tomar as atitudes necessárias à sobrevivência.

Vítimas de tráfico são comuns no zoo

De acordo com estimativa da fundação, a maior parte dos animais que chega é vítima de tráfico. “O processo de retirada da natureza e venda de um animal é muito mais rápido do que a recuperação dele”, esclarece o dirigente. “Depois de seis meses fora da vida livre, ele já perdeu bastante tempo de aprendizado.”

A recuperação e readaptação desses bichos demanda muito tempo e dedicação. O prazo, no entanto, varia de acordo com cada espécie. Os répteis, que não têm dependência da mãe, não costumam guardar vínculo com o ser humano e são os que podem ser soltos mais rapidamente.

O prazo gira em torno de dois anos. Nascido em março no próprio zoo, um filhote de cascavel, por exemplo, já se prepara para a natureza. Daqui a duas semanas, a equipe também se despedirá de uma jiboia, que fez parte do plantel por mais de três anos. Ela chegou com uma lesão e teve a soltura autorizada.

Papagaios podem ser soltos no Sul

Depois dos répteis, as espécies com mais facilidade na readaptação são as aves. No entanto, araras e papagaios, por serem mais cognitivos, necessitam de um tempo maior de trabalho.

Em projeto do Instituto Espaço Silvestre, o zoo de Brasília mandará nos próximos dias um casal de papagaios-de-peito-roxo ao Paraná, para avaliação antes de serem soltos. Caso não estejam aptas a voltar à vida livre, as aves retornarão a Brasília. A espécie, ameaçada de extinção pelo desmatamento, é nativa do Sul do Brasil.

Acompanhamento dos animais em vida livre

O trabalho que antecede a libertação dos bichos é minucioso e muitas vezes conta com a ajuda do visitante. “O animal começa sendo avaliado no nosso recinto quando chegam os visitantes”, conta Noberto. “O público é um balizador para a nossa análise.”

O procedimento envolve ainda troca de dieta e ida a locais com contato ainda mais restrito. “O animal não passa fome, sede ou qualquer estresse”, esclarece o diretor-presidente.

A mudança na dieta se dá aos poucos. “Ele vai rejeitar a princípio, mas a gente insiste, como se fosse uma criança”, compara. No entanto, apesar de todo o cuidado, alguns animais não conseguem se acostumar ao novo estilo de vida e são encaminhados a outros programas.

Atualmente, o zoológico mantém, também focado na preservação de espécies, programas de reprodução e educação ambiental. “Precisamos entender o comportamento biológico do animal e olhar o ponto de vista dele, pensar o que é melhor dentro da realidade dele”, diz o assessor de Conservação e Pesquisa Igor Morais.

Fonte: Agência Brasília

Considerando o recente lançamento de um aplicativo que promove atendimentos veterinários por meio virtual, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) esclarece que esse tipo de serviço não é permitido pelo Código de Ética do Médico Veterinário e que, ao contrário da informação erroneamente divulgada em reportagem publicada em 9 de julho pelo jornal de Campinas (SP) Correio Popular, o aplicativo não tem o respaldo ou qualquer tipo de validação do CFMV ou de qualquer Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV).

De acordo com a descrição do site do aplicativo MédicoVet, oferecido pela empresa Brasil Telemedicina Serviços Diagnósticos Ltda., o atendimento veterinário é realizado por videoconferência, e as receitas médicas e orientações são enviadas ao responsável pelo animal por e-mail, configurando uma “avaliação clínica à distância”. A reportagem do Correio Popular também menciona que o aplicativo oferece emissão de laudos.

A prática fere o Art. nº 13 do Código de Ética do Médico Veterinário, que veda ao profissional receitar sem prévio exame clínico do paciente, e pode resultar em processos ético-profissionais aos médicos veterinários envolvidos. De acordo com o Art. nº 14 do Código de Ética, “o médico veterinário será responsabilizado pelos atos que, no exercício da profissão, praticar com dolo ou culpa, respondendo civil e penalmente pelas infrações éticas e ações que venham a causar dano ao paciente ou ao cliente”, incluindo atos profissionais que caracterizem a imperícia, a imprudência ou a negligência.

Em nota divulgada no site do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), o regional informou que já convocou uma reunião com o responsável pelo aplicativo e com o médico veterinário encarregado pela empresa, e que está tomando as providências cabíveis em relação ao sistema ilegítimo.

O CFMV alerta aos responsáveis por animais que esse tipo de prática representa um grave risco à saúde animal, e adverte a população a não procurar “consultas online” ou quaisquer tipos de serviços que ofereçam exames ou receitas via meio virtual, eletrônico ou telefônico. Os responsáveis por animais devem sempre procurar um profissional inscrito no CRMV de seu estado, e que atenda em estabelecimentos que atendam às exigências determinadas pelas resoluções do CFMV e da sua região.

Fonte: Assessoria de Comunicação do CFMV

A equipe da Comissão de Boas Práticas e Bem-Estar Animal (CBPA) está organizando dias de apresentações técnicas sobre ovinocultura e equideocultura com foco nas boas práticas e no bem-estar dos animais. Dia 17/05 será dedicado as apresentações de ovinocultura que abordará avaliação de escore corporal, manejo de pastagem, controle de verminoses, entre outros.

 Já dia 18/05 será dedicado a equideocultura, quando os colaboradores convidados apresentarão exercícios de chão, o ajuste correto da sela ou arreios, os cuidados com cascos e os procedimentos básicos de treino e cuidado para o transporte.

Fique atento a nossa página para ficar por dentro da programação completa que será divulgada em breve!

Fonte: Boletim CBPA