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CHAMAMENTO AOS MÉDICOS VETERINÁRIOS E A TODOS QUE AMAM OS ANIMAIS.

Desde quinta feira, dia 02/02, estamos nos mobilizando contra a liberação de um Curso de ENSINO À DISTANCIA de Medicina Veterinária por parte do Ministério da Educação. O engajamento de toda a classe veterinária e amigos tem sido sensacional. Em 3 dias nossa petição pública já tem 15. 737 assinaturas. Porém estamos recém no início da batalha. Quinta Feira estarei protocolando esta petição no Ministério da Educação em Brasília. Por isso precisamos de mais e mais apoios e assinaturas para mostrar o tamanho de nossa força e nossa indignação contra este absurdo.
Desta forma peço o apoio de todos  para que sigamos  mobilizados, que assinem, compartilhem com seus amigos e familiares para que possamos chegar ao maior número possível de assinaturas.

Assine nesse link: http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR97429

#VeterináriaUnida #souvet #EADnaVetNão

Para expandir e aperfeiçoar ainda mais o sistema de registro de produtos de uso veterinário, a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) promove workshop, desta terça (6) até quinta-feira (8), em Brasília. O evento faz parte das ações do Agro+, plano de desburocratização do Mapa, e reúne 250 técnicos do Ministério da Agricultura e representantes do setor produtivo, como diretores do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal (Sindan) e da Associação de Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac). De acordo com o Mapa, a atualização de normas deve tornar mais rápido registro de produtos veterinários.

 Segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luis Rangel, é preciso transparência na definição das políticas públicas destinadas a esses produtos, associada à desburocratização dos processos e à redução do custo da pesquisa. Isso, acrescenta, garantirá insumos mais acessíveis ao produtor, em um menor prazo. A participação do setor privado, destaca, completa o processo, dando agilidade à produção dos insumos e à adequação dos produtos às necessidades do mercado.

Neste ano, ressalta Rangel, o Mapa tornou mais ágil o registro dos insumos genéricos e as suas alterações. Hoje, assinala, o sistema eletrônico de registro oferece mais previsibilidade e transparência ao setor produtivo. Em 2017, informa, o Mapa vai reorganizar a fila de cerca de 1,8 mil pedidos de registros de medicamentos veterinários. “Os produtos de maior interesse do produtor serão registrados primeiro, obedecendo os prazos limite, com a segurança necessária.”

A diretora do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários (DFIP) do ministério, Janaína Gonçalves Moura, também observa que várias normas estão sendo revisadas e alguns procedimentos passarão a ser dispensados de análise prévia.

Janaína adiantou ainda que será publicada instrução normativa para dar prioridade na análise do registro de produtos veterinários que tenham inovação tecnológica; insumos relacionados a programas sanitários como vacinas; e ao primeiro produto de uma empresa recém registrada.

A Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF) incentiva que as pessoas denunciem casos de maus-tratos aos animais. A chefe da Unidade Estratégica de Direitos Animais da Sema-DF, Mara Moscoso, recomenda que as pessoas denunciem. “É importante formalizar”, disse.

As denúncias podem ser feitas na Ouvidoria do governo de Brasília pelo telefone 162 ou pelo portalwww.ouv.df.gov.br. O relato é encaminhado ao Instituto Brasília Ambiental (Ibram) ou à Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e a Ordem Urbanística (Dema), conforme o teor da denúncia, para apurar e tomar as providências cabíveis.

A Dema pode ser acionada diretamente pelo número 197, pelo WhatsApp – (61) 98626-1197 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. . O Batalhão Ambiental da Polícia Militar atende pelo telefone 3910-1965. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) possui três canais de contato através da linha verde: 0800-618080,www.ibama.gov.br/cadastro-ocorrencias , e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. . A Secretaria de Agricultura (Seagri) trabalha com apreensão de cavalos e pode ser contatada pelo número 3274-2338.

 

Fonte: Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal

A pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia Carmen Pires é uma das autoras de artigo divulgado na edição online da revista norte-americana Science apontando dez prioridades de políticas públicas para proteger os polinizadores no mundo. O artigo tem como base estudo internacional coordenado pela Plataforma Intergovernamental para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), que reuniu especialistas do Reino Unido, Brasil, Suécia, México, Austrália, Argentina e Japão, a fim de avaliar o declínio das populações de abelhas e propor medidas protetivas a esse e a outros polinizadores que participam diretamente da produção de alimentos.

Versão resumida do estudo será apresentado na 13ª reunião da COP/CDB (Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica), que se realiza em Cancun, México, até o próximo dia 17. Avaliação do IPBES confirma a evidência de declínios em larga escala de polinizadores selvagens em partes da Europa e da América do Norte e a necessidade urgente de monitoramento mais efetivo desses organismos.

Os polinizadores são importantes para as pessoas em todos os lugares, tanto do ponto de vista econômico quanto cultural. “As políticas que sugerimos ajudam a apoiar e a proteger os polinizadores como parte de um futuro sustentável e saudável”, afirmou Carmen Pires.

Síndrome

O desaparecimento crescente de colônias de abelhas, atinge especialmente a espécie mais utilizada para a polinização de plantas cultivadas, a Apis mellifera (abelha europeia), que se adapta facilmente a diferentes ecossistemas e formas de manejo. Juntamente com outros insetos e animais, as abelhas têm responsabilidade direta no aumento da produtividade agrícola, já que cerca de 70% das plantas utilizadas no consumo humano dependem de polinização. A dizimação, associada a várias causas, têm sido tratada como síndrome: o distúrbio do colapso das colônias (CCD).

Segundo a pesquisadora da Embrapa, o desaparecimento de abelhas melíferas no mundo é um somatório de problemas, entre os quais destacam-se uso de defensivos, perda dos habitats naturais em decorrência do uso da terra, patógenos e parasitas que atacam as colônias e mudanças climáticas.

No Brasil, casos de enfraquecimento, declínio e colapso têm sido relatados especialmente nos estados de São Paulo e Santa Catarina, que somam grandes perdas. Apesar de não confirmar a ocorrência da síndrome no país, o estudo deixou claro que o risco é iminente porque muitos dos fatores associados ao colapso já são encontrados. Em cerca de um terço do território nacional, houve perda de grandes áreas de vegetação natural. Somado a isso, os possíveis impactos da fragmentação de habitats sobre as comunidades de abelhas não têm sido devidamente avaliados.

Impacto econômico

Estima-se que o valor econômico da polinização feita por insetos, principalmente abelhas, corresponde a 9,5% da produção agrícola mundial. No Brasil das 141 espécies de plantas cultivadas para uso na alimentação humana, produção animal, biodiesel e fibras, aproximadamente 60%, ou seja, 85 espécies dependem da polinização animal. Além disso, a produção de mel no Brasil movimenta mais de 300 milhões de reais. Por esses dados, é possível prever o quanto um colapso nas populações de abelhas poderia causar de prejuízos à economia nacional.

Entre os problemas enfrentados no País hoje, destacam-se a ausência de um sistema de monitoramento das colônias de abelhas nos apiários e no ambiente natural, o uso intensivo de agrotóxicos nas lavouras, a inexistência de um cadastro amplo e organizado de apicultores e meliponiculltores, entre outros.

Diretrizes

O estudo dez diretrizes para auxiliar governantes na elaboração de políticas públicas voltadas à preservação dos polinizadores:

1 - Aprimorar os padrões regulatórios de pesticidas
2 - Promover o manejo integrado de pragas (MIP)
3 -Incluir efeitos indiretos e subletais na avaliação de riscos de culturas geneticamente modificadas
4 - Regular o movimento dos polinizadores manejados entre os países
5 -Desenvolver incentivos, tais como seguros, para incentivar os agricultores a utilizar serviços ecossistêmicos, como polinização, ao invés de agroquímicos
6 - Reconhecer a polinização como insumo agrícola nos serviços de extensão
7 – Apoiar sistemas agrícolas diversificados
8 – Conservar e restaurar os habitats de polinizadores nas paisagens agrícolas e urbanas
9 - Desenvolver o monitoramento de polinizadores a longo prazo
10 - Financiar pesquisas participativas para intensificar o uso de práticas de agricultura orgânica,

 

Serviço: 

O artigo da revista Science está disponível no link: http://science.sciencemag.org/content/354/6315/975?utm_campaign=toc_sci-mag_2016-11-23&et_rid=34815463&et_cid=1016563

 

Fonte: Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento - 29 de novembro de 2016

 

Um comitê interinstitucional com órgãos do governo de Brasília, governo federal e da sociedade civil traçam políticas públicas para os animais

O Revista Brasília desta segunda-feira (24) convidou a chefe da Unidade Estratégica de Direitos Animais, da Secretaria de Meio Ambiente do DF, Mara Moscoso, para falar sobre as ações contra maus-tratos aos animais. Mara relata que antes nunca houve uma área específica que tratasse de todos os animais.

O comitê interinstitucional criado pela Secretaria de Meio Ambiente, que conta com 14 membros, se reúne uma vez por mês para discutir as estratégias de defesa dos animais domésticos. "O abandono no Distrito Federal é gritante e o abandono também gera os maus-tratos", enfatiza. As denúncias podem ser feitas no portal www.ouv.df.gov.br . 

Mara Moscoso explica que não há ainda um levantamento dos motivos que levam as pessoas a abandonar e maltratar seus animais, e sim da quantidade das ocorrências. "O que a gente observa no Distrito Federal é que infelizmente as pessoas ainda tratam animais como objeto".

Fonte: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estato de Meio Ambiente do Distrito Federal